31 de julho de 2025
MERCADOS

Mais um recorde na B3, mais de 175 pontos com entrada de recursos externos com diversificação de investidores

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Por Politica Real com agências
Publicado em
B3 tem novo recorde Foto: Imagem da Bloomberg Linea

(Brasília-DF, 22/01/2026). Nesta quinta-feira,22, tivemos um novo recorde em nossos mercados.

O Ibovespa subiu mais de 2% e registrou seu quarto pregão consecutivo de ganhos – e o terceiro seguido de recorde –, impulsionado pela entrada de capital estrangeiro em mercados emergentes.

O principal índice da B3 subiu 2,20%, aos 175.589 pontos. Com o resultado, o índice superou com folga o recorde de fechamento de 171.816,67 pontos alcançado no pregão anterior.

Já o dólar recuou 0,67%, para R$ 5,28 – seu menor patamar de fechamento desde novembro do ano passado.

A bolsa brasileira e o real seguem sendo beneficiados pelo movimento global de diversificação de investidores, que ganhou força nesta semana diante das tensões crescentes entre Estados Unidos e Europa sobre a Groenlândia.

Donald Trump diminuiu o tom de enfrentamento na véspera, o que ajudou as bolsas globais a virarem para o positivo e manterem o tom nesta quinta-feira.

Mercados

Mesmo em dia de anúncio de aumento de arrecadação com aumento de cobrança de fundos houve esse avanço recorde.

A Receita Federal disse hoje que estima arrecadar R$ 200 bilhões este ano com a aposta em um modelo de “cobrança amigável”. Baseada na autorregularização de inadimplentes ocasionais e no endurecimento a devedores contumazes, a estratégia levou o Fisco a um recorde histórico de arrecadação em 2025.

O secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, ao detalhar a arrecadação de 2025 nesta manhã  disse que a iniciativa marca uma mudança definitiva na atuação do órgão.

“O ano de 2026 vai ser um ano de mudança de paradigma e de postura da Receita Federal, deixando completamente a postura antiquada de um Fisco reativo e repressor para uma Receita que antecipa problemas, orienta os contribuintes e evita o litígio”, explicou.

Segundo Barreirinhas, o objetivo é ampliar a arrecadação sem recorrer a disputas judiciais prolongadas.

“A cobrança amigável vem depois da inadimplência inicial, mas antes do litígio, interrompendo esse processo”, disse o secretário da Receita.

( da redação com Bloomberg Linea e Ag. Brasil. Edição: Política Real)