Mais um recorde na B3, mais de 175 pontos com entrada de recursos externos com diversificação de investidores
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(Brasília-DF, 22/01/2026). Nesta quinta-feira,22, tivemos um novo recorde em nossos mercados.
O Ibovespa subiu mais de 2% e registrou seu quarto pregão consecutivo de ganhos – e o terceiro seguido de recorde –, impulsionado pela entrada de capital estrangeiro em mercados emergentes.
O principal índice da B3 subiu 2,20%, aos 175.589 pontos. Com o resultado, o índice superou com folga o recorde de fechamento de 171.816,67 pontos alcançado no pregão anterior.
Já o dólar recuou 0,67%, para R$ 5,28 – seu menor patamar de fechamento desde novembro do ano passado.
A bolsa brasileira e o real seguem sendo beneficiados pelo movimento global de diversificação de investidores, que ganhou força nesta semana diante das tensões crescentes entre Estados Unidos e Europa sobre a Groenlândia.
Donald Trump diminuiu o tom de enfrentamento na véspera, o que ajudou as bolsas globais a virarem para o positivo e manterem o tom nesta quinta-feira.
Mercados
Mesmo em dia de anúncio de aumento de arrecadação com aumento de cobrança de fundos houve esse avanço recorde.
A Receita Federal disse hoje que estima arrecadar R$ 200 bilhões este ano com a aposta em um modelo de “cobrança amigável”. Baseada na autorregularização de inadimplentes ocasionais e no endurecimento a devedores contumazes, a estratégia levou o Fisco a um recorde histórico de arrecadação em 2025.
O secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, ao detalhar a arrecadação de 2025 nesta manhã disse que a iniciativa marca uma mudança definitiva na atuação do órgão.
“O ano de 2026 vai ser um ano de mudança de paradigma e de postura da Receita Federal, deixando completamente a postura antiquada de um Fisco reativo e repressor para uma Receita que antecipa problemas, orienta os contribuintes e evita o litígio”, explicou.
Segundo Barreirinhas, o objetivo é ampliar a arrecadação sem recorrer a disputas judiciais prolongadas.
“A cobrança amigável vem depois da inadimplência inicial, mas antes do litígio, interrompendo esse processo”, disse o secretário da Receita.
( da redação com Bloomberg Linea e Ag. Brasil. Edição: Política Real)