31 de julho de 2025
Brasil e Poder

Hugo Motta confirma deputado Pedro Paulo como coordenador do Grupo de Trabalho da Reforma Administrava que ele quer votar até o final do semestre; líderes combinam votações de segunda a quinta-feira da próxima semana

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( Publicada originalmente às 13h 52 do dia 22/05/2025) 

(Brasília-DF, 23/05/2025). Nesta quinta-feira, 22, durante a reunião de líderes partidários, o deputado Hugo Motta(Republicanos-PB) indicou o deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) para coordenar o grupo de trabalho (GT) que vai debater a proposta de reforma administrativa.

O objetivo do GT é buscar mais eficiência da máquina pública brasileira. O colegiado terá 45 dias para apresentar uma proposta e contará com um representante de cada partido.

Motta espera votar o texto em Plenário ainda neste semestre, antes do recesso parlamentar de julho.

Líderes

Durante reunião de líderes partidários os deputados e deputadas definiram pautas consensuais para a próxima semana. A líder da Minoria, deputada Caroline de Toni (PL-SC), citou alguns projetos que podem ser votados: “Um sobre a gripe aviária, que garante adicional para quem vai a campo tentar solucionar os problemas; e outro sobre georreferenciamento da faixa de fronteiras, porque temos agricultores tentando buscar a regularização de suas terras”, disse.

Ela afirmou também que a proposta de anistia (PL 2858/22) continua sendo a prioridade da oposição, mas não há perspectiva de votação.

Mais agilidade

Segundo o líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), existem 48 propostas remanescentes que precisam ser deliberadas pelo Plenário. Guimarães afirmou que o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) solicitou mais agilidade nas votações.

“Na próxima semana, teremos votações de segunda a quinta. Segunda e quinta, votações pelo aplicativo Infoleg, e na terça e quarta, presencial. O presidente fez um apelo para que os líderes fiquem no Plenário para agilizar as votações”, afirmou o líder.

“Matérias mais delicadas foram votadas ontem. Na semana que vem, são temas dos deputados, nenhuma matéria que requer mais força dos parlamentares para ser aprovada”, concluiu.

( Da redação com informações da Agência Câmara de Notícias. Edição: Política Real)