31 de julho de 2025
Brasil e Poder

Apoiadores do ex-presidente Bolsonaro fazem ato pela anistia dos condenados do 8 de janeiro de 2023; ato realizado em Brasília contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro três dias após alta hospitalar

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( Publicada originalmente às 14 h 28 do dia 07/05/2025) 

(Brasília-DF, 08/05/2025)  Nesta quarta-feira, 07, num ato organizado pela Assembleia de Deus Vitória em Cristo, comandada por Silas Malafaia, numa caminhada que começou no Quartel General do Exército Brasileiro até a Esplanada dos Ministérios, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro fizeram um ato pela Anistia Já dos condenados por conta do 8 de janeiro de 2024. O ato contou com a presença do ex-presidente Bolsonaro que teve alta do Hospital DF Star no último dia 4.

Esse foi o primeiro ato público em que ex-presidente Jair Bolsonaro  participou três dias após deixar o hospital.

Vestindo a camisa da Seleção Brasileira e cercado por parlamentares, apoiadores e lideranças da direita, Bolsonaro caminhou ao lado de apoiadores.

“Estamos aqui em paz, pelo Brasil, por justiça, e pela liberdade daqueles que foram perseguidos por se manifestar”, declarou o líder da Oposição na Câmara, deputado federal Zucco (PL-RS). “Não se pode confundir cidadãos indignados com criminosos. O que se exige é equilíbrio e proporcionalidade nas decisões judiciais. A Câmara tem o dever Constitucional de reparar esse erro histórico, basta o presidente Hugo Motta colocar nosso requerimento de urgência em votação e logo em seguida analisarmos o mérito da proposta”, explicou o parlamentar.

Zucco destacou ainda que a luta por anistia não é por impunidade, mas por justiça, e que o país precisa virar essa página sem abrir mão do devido processo legal. “Anistia é reconciliação nacional. Não se constrói uma democracia com perseguição e dois pesos e duas medidas. O que queremos é a paz institucional, o respeito à Constituição e o fim da perseguição contra patriotas”, afirmou Zucco.

A caminhada desta quarta-feira não foi apenas um protesto — foi um símbolo de resistência, de coesão das forças conservadoras e, acima de tudo, de apoio explícito à figura de Jair Bolsonaro, cuja presença reacende ânimos e recoloca o ex-presidente no centro do debate político nacional. Para muitos, o ato marcou o início de uma nova fase da oposição, mais unida, mais mobilizada e determinada a fazer frente ao que classificam como arbitrariedades cometidas por setores do Judiciário e do governo federal.

 

( da redação com informações de redes sociais e assessoria. Edição: Política Real)