31 de julho de 2025
Brasil e Poder

Banco Central faz evento, com direito a presença de ex-presidentes vivos da instituição, por conta de 60 anos; Hugo Motta disse que é hora de sintonia entre política econômica e política monetária

Veja mais

Publicado em
f6eacfb942c052c48a43cfc07d38366f.jpg

( Publicada originalmente às 15h00 do dia 02/04/205) 

(Brasília-DF, 03/04/2025) Foi realizado na sede do Banco Central (Bacen)nesta quarta-feira, 02, ao longo do dia, eventos com direito a debates e painéis para celebrar os “60 Anos do Banco Central.

O presidente Gabriel Galípolo a autarquia recebeu os ex-presidentes vivos da instituição como Gustavo Henrique de Barroso Franco, Gustavo Jorge Laboissière Loyola, Pedro Sampaio Malan , Wadico Waldir Bucchi, Alexandre Antonio Tombini, Arminio Fraga Neto, Henrique de Campos Meirelles, Ilan Goldfajn e Roberto de Oliveira Campos Neto.  O deputado Hugo Motta, presidente da Câmara e o senador Davi Alcolumbre, presidente do Senado Federal, também estiveram no evento.  O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também foi ao evento e se manifestou.   O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também foi ao evento à tarde.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a política fiscal do governo precisa estar mais afinada com a política monetária do Banco Central. Segundo Motta, o Banco é um dos pilares fundamentais da economia nacional e garantidor da estabilidade monetária e financeira do País.

“Estamos diante do desafio de colocar em afinação a política monetária e a política fiscal. Desafio, aliás, que precisa ser enfrentado em benefício da nação. E esse é, sem dúvida, um dos propósitos que abraçamos na Câmara dos Deputados”, afirmou o presidente.

Motta ressaltou a parceria entre a Câmara e o Banco Central a partir da aprovação de propostas que deram protagonismo para a instituição poder conduzir a politica monetária e garantir a estabilidade do sistema financeiro. O presidente citou propostas que aperfeiçoam as regras de supervisão bancária, a criação do Comitê de Política Monetária e a modernização dos instrumentos de pagamentos. Ele também destacou a aprovação da autonomia do Banco Central, em 2021.

“É inegável que essa lei representou um avanço de grande importância para o País, pois permitiu que a autoridade monetária exercesse sua missão com maior previsibilidade e segurança institucional, protegida de interferências políticas e com credibilidade junto à sociedade e aos mercados”, defendeu.

( da redação com  Agência Câmara de Notícias. Edição Política Real)