31 de julho de 2025
Brasil e Poder

Lula, falando em rádio de Macapá, disse que na semana que vem o futuro da exploração da Margem Equatorial vai ser discutido com o Ibama, na Casa Civil; Lula disse que espera que a exploração seja feita

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( Publicada originalmente às 11h 00 do dia 12/02/2025) 

(Brasília-DF, 13/02/2025) Na manha desta quarta-feira, 12, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu entrevista exclusiva para rádio Diário FM, de Macape(AP) que faz parte do Sistema Diário de Comunicação.  Ele concede a entrevista na estratégia de falar a rádios regionais antes de viajar para os estados de origem.  Ele concedeu a entrevista do Palácio do Planalto. Lula terá agenda no Amapá nesta quinta-feira, 13.

Ele falou do assunto que mais chama atenção para o assunto que chama mais atenção naquela região do país - a exploração da chamada Margem Equatoriasl.  Ele disse

Lula anunciou encontro, na próxima semana, da Casa Civil do governo federal com o Ibama, para tratarem da questão de petróleo na Margem Equatorial do Amapá.

“Não é que eu vá mandar; eu quero que seja feito”, disse o presidente à pergunta se ele mandaria que petróleo seja explorado na costa do estado. “Mas temos que pesquisar, para ver se há petróleo naquela região”, desconversou, para depois então anunciar a reunião da Casa Civil com Ibama, semana que vem.

Lula, também acerca do assunto, disse que a Petrobras é uma empresa responsável e experiente, e que por isso o Ibama precisa autorizar a realização de pesquisa petrolífera em águas profundas, na Margem Equatorial.

Lula estará em Macapá para entregar o conjunto residencial Nelson dos Anjos, na zona sul, e o bairro Parque Aeroportuário, na zona norte, além de assinar ordem de serviço para construção do campus do Ifap no município de Tartarugalzinho, e transferir as seis últimas glebas da União para o estado do Amapá.

Lula registrou que o estado será um protagonista da COP30, marcada para novembro, em Belém, por ser um exemplo de preservação ambiental no mundo. Afirmou que escolheu a Amazônia para sediar a COP, para mostrar que na região não há só mata, mas também seres humanos importantes, como os ribeirinhos e pescadores, por exemplo, e que por isso é importante uma compensação pela preservação da natureza.

“O Brasil está bem representado por esses três nomes dados pelo Amapá”. Assim, na entrevista, o presidente Lula se manifestou em relação aos senadores Davi Alcolumbre e Randolfe Rodrigues, e ainda ao ministro da integração e do desenvolvimento regional, Waldez Góes.

O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, foi chamado por Lula como capaz de ajudar a dinamizar as políticas do país; Randolfe, “um companheiro que presta serviço extraordinário”; e Waldez, “um menino muito experiente. “Poucos estados do Brasil estão tão bem representados”, como o Amapá”, concluiu.

Sobre obras públicas, Lula disse que a regra era fazer o PAC 3 sempre combinando os os governadores. Ele destacou as obras para o Amapá.

“Nós não queríamos fazer obras do Novo PAC, saindo de Brasília, sem ouvir os governadores. Por isso ouvimos todos os governadores, inclusive o do Amapá. Só para o estado estão previstos R$ 4,7 bilhões em obras e entregas de interesse dos amapaenses.”, disse.

Lula fez críticas ao Governo Bolsonaro sem citar o nome do ex-chefe de governo.

“Nós tínhamos um presidente que ninguém queria receber. Desde que assumimos, em 2023, já me reuni com quase todos os presidentes da Europa, da Ásia e da África, e todos os latino-americanos. Isso facilita o trabalho do ministro da agricultura e da indústria e comércio. Por isso que nossas exportações estão crescendo e estamos abrindo novos mercados para os produtos brasileiros”, disse.

Lula fez uma crítica a Elon Musk, que anda trabalhando contra agências dos Estados Unidos que dão apoio sociais, sem cita o nome dele.

“Ninguém precisa ser tão rico a ponto de comprar um terreno em Marte. Não. Vamos tornar a vida na Terra mais feliz. Que todos tenham o que comer, façam as três refeições e tenham uma casinha para morar.  “, disse.

(da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)