31 de julho de 2025
Brasil e Poder

DESTAQUES DO DIA: Mercados globais em alta e no Brasil atenção para divulgação do IPCA-15

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Mercados globais em positivo

(Brasília-DF, 28/12/2023) A Política Real teve acesso ao relatório “Moorning Call” da XP Investimentos apontando que os mercados globais estão em leve alta e no Brasil atenção para IPCA-15 do IBGE.

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Nos Estados Unidos, os futuros operam em leve alta na última quinta-feira do ano (S&P 500: 0,02%; Nasdaq 100: 0,2%), em meio a rali que já se estende por mais de oito semanas. As ações da Apple sobem (+0,4 nas negociações pré-mercado) após a retirada temporária de restrições à importação do Apple Watch, devido à conflitos envolvendo patente. Questões de propriedade intelectual também causaram outro movimento importante, após New York Times (subiu 2,8% no pregão de ontem) processar Microsoft (caiu 0,2% ontem e se recupera nas negociações pré-mercado) por infringimento de copyright da ferramenta ChatGPT, da OpenAI.

Na China, os índices fecharam em alta (CSI 300: 2,3%; HSI: 2,5%), na continuação de rali iniciado ontem após notícias positivas do lado regulatório. Já na Europa, os mercados operam mistos, e o índice pan-europeu permanece praticamente estável (Stoxx 600: 0,02%) com alta liderada pelo setor de saúde e queda em ações de óleo e gás.

IBOVESPA +0,49% | 134.194 Pontos. CÂMBIO +0,21% | 4,83/USD

Ibovespa

O Ibovespa fechou a quarta-feira com alta de 0,5%, aos 134.194 pontos. O desempenho foi conquistado em meio a um dia de baixa liquidez em razão do fim de ano, e representa a maior pontuação de fechamento do índice. A performance positiva foi impulsionada pela nova redução em 10bps da taxa da Treasury de 10 anos, que encerrou o dia em 3,79%. O mercado também espera pela divulgação de medidas econômicas pelo governo nesta quinta-feira.

 

Os destaques positivos do pregão foi o setor de Varejo, com Magazine Luiza (MGLU3) e Casas Bahia (BHIA3), subindo 6,6% e 6,0%, respectivamente, em razão do fechamento da curva de juros no Brasil.

Renda Fixa

As taxas futuras de juros fecharam em queda, seguindo o movimento de baixa dos rendimentos (‘yields’) dos Títulos Públicos dos Estados Unidos (‘Treasuries’) de longo prazo. Enquanto isso, o mercado local também monitorou as declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Como resultado, mais vértices passaram a operar abaixo de 10%. DI jan/25 fechou em 9,99% (-3,5bps vs. pregão anterior); DI jan/26 em 9,54% (-4bps); DI jan/27 em 9,65% (-3bps); DI jan/29 em 10,01% (-3bps).

Economia

A quarta-feira (27) teve poucos indicadores relevantes no Brasil e no exterior. Lá fora, destaque para os dados de produção industrial e vendas no varejo do Japão, que mostraram sinais mistos sobre atividade econômica. No Brasil, tivemos a divulgação do resultado primário do governo central, que registrou o maior déficit para o mês desde 2016.

Na agenda de hoje, o destaque é a divulgação do IPCA-15, que deve mostrar uma alta de 0,25% em relação ao mês anterior, puxado por uma alta de preços de alimentação e bebidas parcialmente compensada pela queda em combustíveis. Além disso, teremos o anúncio da criação de empregos formais do Caged (consenso: 150k, XP: 167k) e a entrevista do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que deve apresentar medidas para compensar as perdas decorrentes da derrubada do veto à desoneração da folha. Lá fora, com poucos indicadores relevantes, o destaque fica por conta dos dados de pedidos de auxílio desemprego e as vendas pendentes de casas, ambas nos EUA.

( da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr._