DESTAQUES DO DIA: Mercados globais em queda e no Brasil expectativa para votação do PL das offshores/fundos exclusivos
Veja os números
(Brasília-DF, 25/10/2023) A Política Real teve acesso ao relatório “Moorning Call” da XP Investimentos apontando que os mercados globais estão em queda e no Brasil atenção para expectativa da votação do PL das offshores/fundos exclusivos.
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Nos Estados Unidos, os futuros apresentam queda nesta quarta-feira (S&P 500: -0,4%; Nasdaq 100: -0,6%), à medida que o mercado acompanha os resultados das Big Techs. Ontem, Microsoft e Alphabet divulgaram resultados do terceiro trimestre, e têm desempenho de +3,7% e -6,7% nas negociações pré mercado, respectivamente. Boeing divulga resultados pela manhã, enquanto IBM e Meta reportam balanços após o fechamento do mercado. Confira as análises da temporada de resultados internacional aqui.
Na Europa, os mercados operam em queda (Stoxx 600: -0,2%) com performance mista entre os setores no aguardo de resultados locais. Heineken apresentou queda no volume de vendas do trimestre, acompanhada de aumento de preços e receita acima das expectativas, combinação que temos visto em boa parte das empresas de bens de consumo. As ações da companhia subiam 2% no início da manhã em Amsterdã, mas os ganhos já estão zerados. Na China, os mercados fecharam em alta (CSI 300: 0,5%; HSI: 0,6). A incorporadora chinesa Country Garden anunciou default de pagamento de bond em dólar.
IBOVESPA +0,87% | 113.762 Pontos. CÂMBIO -0,48% | 4,99/USD
Após otimismo com resultados positivos de empresas americanas, o Ibovespa seguiu os índices globais e teve alta de 0,9%, fechando aos 113.762 pontos na terça-feira. O destaque do dia foi a possibilidade de novos estímulos econômicos por parte do governo chinês, o que levou a um aumento do minério de ferro e a performance positiva de Vale (VALE3), que subiu 2,3%. Além disso, houve queda na taxa da Treasury de 10 anos para 4,81%, fechamento da curva de juros no Brasil e queda do dólar para R$ 4,99, o que aliviou a pressão em setores sensíveis a juros.
Renda Fixa
As taxas futuras de juros fecharam em queda, com o cenário doméstico sendo a principal influência nas movimentações. A melhora do câmbio, a queda nos preços do petróleo e a perspectiva positiva para a tramitação da pauta econômica no Congresso foram os principais destaques do pregão. Desta forma, as taxas longas cederam um pouco mais do a que as curtas, conferindo à curva local redução dos níveis de inclinação. DI jan/25 fechou em 10,935 (-11bps); DI jan/26 em 10,805 (-16,5bps); DI jan/27 em 10,98 (-18,5bps); DI jan/29 em 11,4 (-18,5bps).
Economia
No Brasil, em dia de agenda leve de indicadores, expectativa para a votação do PL das offshores/fundos exclusivos e para o texto da Reforma Tributária sobre o consumo.
Na seara internacional, em dia também escasso de indicadores, destaque para coletiva de Powell ao final da tarde.
( da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr.)