Emmanuel Macron, em Cúpula em Paris, diz que não há escolha entre enfrentar a pobreza e proteger o Planeta pois se tem que fazer, não há escolha
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( Publicada originalmente às 14h 15 do dia 22/06/2023)
(Brasília-DF, 23/06/2023) O presidente da França, Emmanuel Macron, disse hoje na abertura do da Cúpula para um Novo Pacto Financeiro Global afirmou que não há escolha entre enfrentar a pobreza e proteger o Planeta pois se tem que fazer, não há escolha.
“Esta Cúpula de Paris é sua. A de todos aqueles que estão na linha de frente enfrentando as consequências das mudanças climáticas e da pobreza. Para superar esses imensos desafios, vamos coletivamente estar à altura da ocasião. Teremos que relatar.”, disse, inicialmente.
Ele insistiu que não há escolha entre desafios.
“Reduzir a pobreza ou proteger o planeta: não devemos escolher. É ao mesmo tempo que vamos enfrentar estes dois desafios.”, disse.
Ele lembrou o compromisso do Mundo da Cúpula do Clima de Copenhague e que é possível neste ano se alcançar os objetivos de investir US$ 100 bilhões no clima.
“100 bilhões de dólares para a ação climática: este é o objetivo definido em 2009 na Cúpula de Copenhague. Na Cúpula de Paris por um novo pacto financeiro global, os economistas da COP 28 anunciaram: esse objetivo tem grandes chances de ser alcançado este ano!”, afirmou.
Macron disse que é meta da cúpula de Paris reforma do FMI e do Banco Mundial.
“A reforma das missões do FMI e do Banco Mundial está no centro da Cúpula de Paris. Objetivos: mobilizar mais recursos, utilizá-los melhor, permitir que todas as economias invistam numa transição justa, ao serviço das pessoas e do planeta.”, afirmou.
Macron disse que desde 2021 tem compromisso com mudanças na governança financeira para o meio ambiente.
“Esta é uma das lutas que travo desde maio de 2021 para apoiar os países mais vulneráveis, estamos aí: na Cúpula de Paris, o diretor do FMI anuncia 100 bilhões de dólares em realocação de direitos especiais de saque, graças à mobilização de Parceiros do G20.”, disse.
Macron salientou manifestação de países africanos em desenvolver energias renováveis em grande escala.
“Depois da África do Sul, da Indonésia e do Vietname, hoje o Senegal decidiu unir forças com os seus parceiros internacionais, entre os quais a França, para desenvolver as energias renováveis em larga escala. Este é o caminho a seguir para reduzir drasticamente as emissões globais”, disse.
Os países mais pobres alegam que não tem condições de desenvolver energias renováveis sem apoio global.
( da redação com informações de redes sociais. Edição: Genésio Araújo Jr.)