31 de julho de 2025
Brasil e Poder

LULA NA CHINA: Fernando Haddad, em dia que Lula não quis falar à imprensa, disse que Lula quer reindustrializar o Brasil em parceria com o capital chinês

Veja mais

Publicado em
faf881668a1877bcf2522833f9c49165.png

(Brasília-DF, 14/04/2023) O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na ausência de uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em comunicado oficial como se esperava na Embaixada do Brasil em Pequim, falou à imprensa nesta sexta-feira, 14.

Haddad contou que, em reuniões com empresários e com o governo, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, colocou à sua equipe o desafio de intensificar estudos de viabilidade para o Brasil se reindustrializar em parceria com o capital chinês.

"Eu gostaria de dar muita ênfase a esse desafio que o presidente colocou em todas as reuniões com as empresas e com o próprio governo, de intensificarmos estudos de viabilidade de reindustrializar o Brasil em parceria com o capital chinês, que é disponível e que vê na América do Sul uma oportunidade de criar ali uma plataforma de seus produtos, tanto para a venda local como para exportação", declarou.

“Temos que vencer a etapa anterior de isolamento do Brasil. Tudo que a área econômica quer, com patrocínio do presidente e o braço diplomático do Ministério das Relações Exteriores, é voltar à mesa. A intenção é aprofundar parcerias”, disse Fernando Haddad.

Segundo Haddad, o processo de reindustrialização combinado com a preservação do meio ambiente pode criar grande sinergia entre os países, já que a China sofre grande pressão internacional por causa da emissão de carbono decorrente do seu ritmo de crescimento.

Haddad destacou que o Brasil está fazendo um esforço de aproximação com todos os países do mundo e quer restabelecer as melhores relações com Estados Unidos, União Europeia e China. Segundo ele, a ideia é fortalecer o Mercosul e a América do Sul, para que, em bloco, a região negocie acordos melhores com seus parceiros.

"Temos que vencer a etapa anterior de isolamento do Brasil. Tudo que a área econômica quer, com patrocínio do presidente e o braço diplomático do Ministério das Relações Exteriores, é voltar à mesa. A intenção é aprofundar parcerias", disse, acrescentando que o Brasil vai convidar o mundo a participar de projetos de PPP que serão lançados em breve.

 

 

(da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr.)