31 de julho de 2025
Brasil e Economia

VACINAÇÃO: Paulo Guedes diz que governo tem a obrigação de vacinar os vulneráveis que vão receber a nova rodade de auxílio emergencial nos próximos 4 meses

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Paulo Guedes é ministro da Economia

( Publicada originalmente às 17h 00 do dia 22/03/2021) 

(Brasília-DF, 23/03/2021) O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje, 22, queo governo federal tem a obrigação de vacinar todos os 38 milhões de brasileiros que receberão a nova rodada do auxílio emergencial nos próximos quatro meses.  Segundo Guedes, essas pessoas precisam sair de casa para trabalhar, mesmo recebendo o benefício.

"Quero dar ênfase para a necessidade de vacinação em massa. Está muito claro hoje que o desemprego, a recessão de hoje, teve uma focalização muito grande particularmente nos mais vulneráveis, os 38 milhões de brasileiros que ganham seu pão, seu dia a dia, literalmente a cada dia", disse o ministro, ao comentar o resultado da arrecadação de fevereiro.

Guedes entende que a vacinação em massa contra o covid-19 precisa ser acelerada.

 “Particularmente, esses mais vulneráveis não podem ficar em casa, no isolamento social, tendo sua sobrevivência garantida. Mesmo a gente fornecendo auxílio emergencial, são as famílias mais frágeis. Eles têm às vezes 8, 9, 10 pessoas em habitações muitas vezes de só um cômodo, e são pessoas que querem trabalhar e precisam trabalhar, eles pedem para trabalhar”, declarou.

Segundo Guedes, enquanto as pessoas de maior renda toleram melhor o distanciamento social, as pessoas de classes mais baixas “têm um desejo desesperado pelo trabalho”, daí a necessidade de vacinar em massa os trabalhadores informais e os demais beneficiários do auxílio emergencial.

“Mesmo com a cobertura que vamos estender, mais do que nunca, temos que evitar a crueldade do dilema que é: ou fica em casa com dificuldades para manutenção da sua sobrevivência pessoal, ou vão sair arriscado a perder a vida pela covid. Então, a vacinação em massa tem que ser acelerada ao máximo para garantir a chance de sobrevivência e o retorno seguro ao trabalho, principalmente para as camadas mais vulneráveis”, disse o ministro.

( da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr )