31 de julho de 2025
Brasil e Poder

ENFRENTANDO A CRISE: Rui Costa disse que “talvez” em nenhum momento de nossa história tenha faltando tanto um “ambiente político democrático, saudável, colaborativo e respeitoso”

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Rui Costa é governador da Bahia

( Publicada originalmente às 09h 19 do dia 16/02/2021) 

(Brasília-DF, 17/02/2021) O governador da Bahia, Rui Costa(PT) se manifestou nesta terça-feira, 16, em redes sociais destacando suas preocupações com este momento da pandemia e afirmando, em tom pessimista que na sua avaliação nunca vivemos um ambiente política tão ruim.

“Desde o início da pandemia, mantive a posição que sempre regeu a minha conduta de homem público: a de primar pelo diálogo aberto, franco e direto com todos, buscando consenso e cooperação para que pudéssemos atravessar, juntos, essa crise tão difícil.”, disse, inicialmente.

Em seguida, ele fez uma declaração, em tom de lamento, sobre o nosso momento político.

“Talvez em nenhum outro momento da nossa história tenhamos sentido tanta falta de um ambiente político democrático, saudável, colaborativo e respeitoso. No meio destas dificuldades, a vacina já é uma realidade, o que nos enche de esperanças. Mas é fundamental fazermos nossa parte!”, afirmou.

Ele destacou o momento grave em que vivemos.

“A situação é grave. Nós precisamos nos cuidar. Evitem aglomerações e usem máscara. Não podemos baixar a guarda. Vou falar sobre isso hoje, a partir de 18h30, no #PapoCorreria. Acompanhe ao vivo nas redes sociais. #Bahia”, finalizou.

Escolas fechadas

Nessa segunda-feira, 15, à tarde, foram publicadas decisões do presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), desembargador Lourival Trindade, suspendendo as decisões da 6ª Vara da Fazenda Pública de Salvador que determinavam o retorno das aulas presenciais nas escolas públicas e privadas do Estado da Bahia. A suspensão se aplica também às escolas particulares da capital baiana, até então beneficiárias de uma liminar solicitada pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado da Bahia.

Em seus despachos o magistrado destacou que a manutenção das decisões, nos moldes em que foram redigidas, "além de vergastar, desapiedadamente, o princípio da separação dos Poderes, vem ocasionando incontraditável risco de lesão à ordem e à saúde públicas estaduais".

"Na hipótese dos autos, depreende-se que, neste momento, ante à impossibilidade de viabilizar-se a retomada das atividades presenciais das instituições de ensino, das redes pública e particular, de todo o território do Estado da Bahia, sem que sejam, diretamente, afetados os direitos à saúde e, corolariamente, à vida, é incontendível que estes últimos devam prevalecer, em detrimento do direito à educação", pontou o desembargador.

( da redação com informações de redes sociais e assessorias. Edição: Genésio Araújo Jr)