ECONOMIA: Desocupação chegou a 14,1% entre setembro e novembro de 2020
Veja os números
( Publicada originalmente às 09h 55 do dia 28/01/2021)
(Brasília-DF, 29/01/2021) O IBGE( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou na manhã desta quinta-feira,28, a sua pesquisa PNAD Contínua voltada para ocupação e desocupação referente ao período entre setembro e novembro de 2020 apontando que a decosupação chegou a 14,1%. Esse número é 2,9% acima do mesmo período de 2019.
A população ocupada chegou a 85,6 milhões e subiu 4,8% em relação ao trimestre anterior.
A chamada subutilização caiu e ficou em 29%. No trimestre anterior era de 30,6%. A população subutilizada chegou a 32,2 milhões de pessoas e caiur 3,5% frente ao trimestre anterior.
A população na força de trabalho chegou a 99,6 milhões de pessoas e subiu 4,3% frente ao trimestre anterior.
A população fora da força de trabalho chegou a 76,4 milhões de pessoas e caiu 3,4% em relação ao trimestre anterior.
A população desalentada chegou a 5,7 milhões e manteve estabilidade em relação ao trimestre anterior.
Carteira assinada
O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (excluindo-se trabalhadores domésticos), estimado em 30,0 milhões, cresceu 3,1% (mais 895 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e caiu 10,3% (menos 3,5 milhões de pessoas) ante o mesmo trimestre de 2019. O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (9,7 milhões de pessoas) subiu 11,2% (mais 980 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e caiu 17,6% (menos 2,1 milhões) ante o mesmo trimestre de 2019.
O número de trabalhadores por conta própria chegou a 22,9 milhões de pessoas e subiu 6,6% contra o trimestre anterior.
A taxa de informalidade chegou a 39,1% da população ocupada (ou 33,5 milhões de trabalhadores informais).
O rendimento médio real habitual chegou a R$ 2.517 no trimestre terminado em novembro caiu 2,7% frente ao trimestre anterior e subiu 4,0% contra o mesmo trimestre de 2019.
Aumenta emprego público
A categoria dos empregados no setor público (12,2 milhões de pessoas), que inclui servidores estatutários e militares, subiu nas duas comparações: frente ao trimestre anterior (2,3% ou mais 274 mil pessoas) e em relação ao mesmo trimestre de 2019 (4,3% ou mais 500 mil pessoas).
Frente ao trimestre anterior, o rendimento médio real habitual não cresceu em nenhum grupamento de atividade: Houve redução nos seguintes grupamentos: Indústria (4,5%, ou menos R$ 120), Outros serviços (5,9%, ou menos R$ 109) e Serviços domésticos (4,5%, ou menos R$ 42).
Em relação ao mesmo trimestre de 2019, houve aumento nas seguintes atividades: Indústria (6,0%, ou mais R$ 144) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,8%, ou mais R$ 137). Houve redução nos seguintes grupamentos: Transporte, armazenagem e correio (7,1%, ou menos R$ 163) e Serviços domésticos (3,8%, ou menos R$ 35).
( da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr)