31 de julho de 2025
Brasil e Economia

ECONOMIA: Desocupação chegou a 14,1% entre setembro e novembro de 2020

Veja os números

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( Publicada originalmente às 09h 55 do dia 28/01/2021) 

(Brasília-DF, 29/01/2021) O IBGE( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou na manhã desta quinta-feira,28, a sua  pesquisa PNAD Contínua voltada para ocupação e desocupação referente ao período entre setembro e novembro de 2020 apontando que a decosupação chegou a 14,1%. Esse número é 2,9% acima do mesmo período de 2019.

A população ocupada  chegou a 85,6 milhões e subiu 4,8% em relação ao trimestre anterior.  

A chamada subutilização caiu e ficou em 29%. No trimestre anterior era de 30,6%.  A população subutilizada chegou a 32,2 milhões de pessoas e caiur 3,5% frente ao trimestre anterior.

A população na força de trabalho  chegou  a 99,6 milhões de pessoas e subiu 4,3% frente ao trimestre anterior.

A população fora da força de trabalho  chegou a 76,4 milhões de pessoas e  caiu 3,4% em relação ao trimestre anterior.

A população desalentada  chegou a 5,7 milhões e  manteve estabilidade em relação ao trimestre anterior.

Carteira assinada

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (excluindo-se trabalhadores domésticos), estimado em 30,0 milhões, cresceu 3,1% (mais 895 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e caiu 10,3% (menos 3,5 milhões de pessoas) ante o mesmo trimestre de 2019. O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (9,7 milhões de pessoas) subiu 11,2% (mais 980 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e caiu 17,6% (menos 2,1 milhões) ante o mesmo trimestre de 2019.

O número de trabalhadores por conta própria  chegou a 22,9 milhões de pessoas e subiu 6,6% contra o trimestre anterior.

A taxa de informalidade chegou a 39,1% da população ocupada (ou 33,5 milhões de trabalhadores informais).

O rendimento médio real habitual  chegou a R$ 2.517  no trimestre terminado em novembro caiu 2,7% frente ao trimestre anterior e subiu 4,0% contra o mesmo trimestre de 2019.

Aumenta emprego público

A categoria dos empregados no setor público (12,2 milhões de pessoas), que inclui servidores estatutários e militares, subiu nas duas comparações: frente ao trimestre anterior (2,3% ou mais 274 mil pessoas) e em relação ao mesmo trimestre de 2019 (4,3% ou mais 500 mil pessoas).

Frente ao trimestre anterior, o rendimento médio real habitual não cresceu em nenhum grupamento de atividade: Houve redução nos seguintes grupamentos: Indústria (4,5%, ou menos R$ 120), Outros serviços (5,9%, ou menos R$ 109) e Serviços domésticos (4,5%, ou menos R$ 42).

Em relação ao mesmo trimestre de 2019, houve aumento nas seguintes atividades: Indústria (6,0%, ou mais R$ 144) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,8%, ou mais R$ 137). Houve redução nos seguintes grupamentos: Transporte, armazenagem e correio (7,1%, ou menos R$ 163) e Serviços domésticos (3,8%, ou menos R$ 35).

( da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr)