31 de julho de 2025
Brasil e Poder

ENFRENTANDO A CRISE: Bolsonaro, em conversa com apoiadores, lamenta que país “chegou ao limite” e que governo não condições de estender auxílio emergencial para o início de 2021

Em vídeo postado no seu perfil no facebook, o presidente brasileiro falou, ainda, que o Estado se endividou em R$ 700 bilhões para diminuir o impactos negativos da economia causados pela pandemia, que já matou mais de 192 mil brasileiros

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( Publicada originalmente às 13h 40 do dia 30/12/2020) 

(Brasília-DF, 31/12/2020) Em conversa com apoiadores enquanto fazia uma caminhada pela “Praia do Gonzaga”, em Santos, no litoral de São Paulo (SP), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) lamentou nesta quarta-feira, 30, que infelizmente o país “chegou ao limite” e que o governo federal não terá condições de estender, ou prorrogar, para o início de 2.021, o auxílio emergencial pago para os trabalhadores autônomos e informais, que perderam suas rendas em 2.020, devido a pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Em vídeo postado no seu perfil pessoal do facebook, o presidente brasileiro falou, ainda, que o Estado se endividou em mais de R$ 700 bilhões para diminuir o impactos negativos da economia causados pela pandemia, que já matou mais de 192 mil brasileiros. Agora, segundo ele, a população desassistida terá que tocar à vida, visto que a máquina federal não tem mais condições de conceder o benefício.

“Toca a vida. Sei que muitos cobram, querem coisa melhor e alguns esquecem até que estamos terminando um ano atípico, onde nós nos endividamos em R$ 700 bilhões para conter a pandemia, [com o objetivo de] dar o auxílio emergencial para quem perdeu tudo. Os informais, em grande parte, perderam tudo, a renda foi a zero. Querem que a gente renove [o benefício], mas a nossa capacidade de endividamento chegou ao limite”, comentou.

(por Humberto Azevedo, especial para a Agência Política Real, com edição de Genésio Jr.)