MARADONA MORRE: Políticos brasileiros lamentam morte do “El pibe de oro” da Argentina, Maradona
Ex-craque do futebol argentino faleceu nesta quarta, aos 60 anos, após sofrer uma parada cardio-respiratória; jogador estava internado para tratar dependência química e morreu após a realização de um cirurgia cerebral para retirada de um coágulo
( Publicada originalmente às 14h57 do dia 25/11/2020)
(Brasília-DF, 26/11/2.020) Diversos políticos brasileiros lamentaram a morte do ex-jogador argentino, Diego Armando Maradona, após a imprensa daquele país confirmar o óbito do ex-craque da seleção argentina de futebol, conhecido por seus compatriotas, como o “Pibe de ouro” da Argentina.
O primeiro a lamentar a morte de Maradona foi o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). A partir daí diversos outros parlamentares também se manifestaram com pesar com o falecimento do ex-craque do futebol argentino. Maradona tinha 60 anos e faleceu após sofrer uma parada cardio-respiratória. A sua morte acontece na mesma data, 25 de novembro, quando o seu amigo e ídolo político, Fidel Castro, também falecera quatro anos antes.
Maradona estava internado na cidade argentina de Tigres, próximo a Buenos Aires, para tratar e enfrentar a dependência química, doença que o perseguiu desde os tempos em que jogava. Ele morreu após sofrer uma cirurgia para a retirada de um coágulo no cérebro. Veja abaixo os políticos que lamentaram a morte do craque argentino.
“Registro, com pesar, a morte do craque Diego Maradona ocorrida nesta manhã (25). Campeão mundial em 86, sua despedida deixa toda a Argentina e o futebol mundial de luto. Vá em paz, campeão!”, escreveu em sua conta no twitter o presidente do Congresso brasileiro, Davi Alcolumbre.
“Um dos maiores gênios do futebol nos deixou hoje aos 60 anos: Diego Armando Maradona. Fica o legado desta lenda do esporte mundial! Seus dribles e jogadas geniais sempre estarão eternizadas em nossas memórias. Gênios não morrem. São eternos. Meus sentimentos ao povo argentino, aos familiares, amigos e fãs. Descanse em paz, Maradona”, emendou via sua assessoria, a deputada Perpétua Almeida (AC), líder do PCdoB na Câmara.
“Nós que amamos o futebol sentimos hoje a perda de Dom Diego. Maradona foi estrela nos gramados e sempre se posicionou fora dos campos pelo seu povo. Queria uma Argentina mais justa. O mundo perdeu um ídolo, craque de bola e um homem que brigava por sua gente”, complementou o senador Jean Paul Prates (PT-RN).
“Como amante do futebol, sempre admirei o talento de Maradona dentro de campo. Foi um dos maiores da história do futebol e será sempre lembrado pelas grandes jogadas e pelos títulos que conquistou. Meus sentimentos ao povo argentino, familiares, amigos e fãs de Diego Maradona”, completou o governador baiano Rui Costa (PT).
“No campo, foi um dos maiores adversários, talvez o maior, que a seleção brasileira já enfrentou. Fora da rivalidade esportiva, foi um grande amigo do Brasil. Só posso agradecer toda sua solidariedade com as causas populares e com o povo brasileiro. Maradona jamais será esquecido. Diego Armando Maradona foi um gigante do futebol, da Argentina e de todo o mundo, um talento e uma personalidade única. A sua genialidade e paixão no campo, a sua intensidade na vida e seu compromisso com a soberania latino-americano marcaram nossa época”, destacou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Para quem gosta de futebol como eu, Maradona foi incrível. Encantou o mundo dentro das quatro linhas. Para a Argentina foi mais que isso. Foi um símbolo em um dos momentos mais duros da história do país”, sintetizou o ex-ministro da Fazenda no governo Itamar Franco e da Integração Nacional no governo Lula, além de ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), terceiro colocado nas eleições presidenciais de 2.018 e pré-candidato à Presidência, em 2.022.
(por Humberto Azevedo, especial para a Agência Política Real, com edição de Genésio Jr.)