31 de julho de 2025

Pernambuco. Eduardo anuncia orçamento recorde de R$ 100 milhões para Facepe até 2010.

A Poítica Real está atenta.

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( Brasília-DF, 08/10/2007) A Política Real teve acesso. Encerrando a programação da Semana de Ciência e Tecnologia, que começou no último dia 30 de setembro, o Governador de Pernambuco anunciou, nesta segunda-feira ,08, no Palácio do Campo das Princesas, o Plano de Ação da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco – FACEPE – até 2010. Eduardo Campos assumiu o compromisso de garantir para a Facepe, nos anos de 2008 à 2010, um orçamento de cerca de R$ 100 milhões.

“Isto já está garantido no nosso Plano Plurianual (PPA) e na Lei Orçamentária de 2008. Serão R$ 20 milhões no ano que vem, R$ 30 milhões em 2009 e R$ 40 milhões em 2010. Os outros R$ 10 milhões virão através dos custeios. O dinheiro sairá na forma de duodécimos. Estamos trabalhando para que isto se torne lei em 2010 e que não dependa mais da disposição do Governador. “Vamos chegar ao final do nosso mandato em condições de brigar com Estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, no que diz respeito ao fomento da Ciência e Tecnologia”, garantiu o governador.

Para 2007, ano em que o orçamento foi definido pela antiga gestão, a verba que seria destinada para a Facepe girava em torno de R$ 3,6 milhões. Através de esforço feito pelo governador Eduardo Campos, a Fundação receberá o dobro deste montante.

Para o governador, o excelente momento pelo qual atravessa a economia pernambucana requer investimentos mais significativos em pesquisas na área de ciência e tecnologia. Ex-ministro da pasta no Governo Lula, Eduardo afirmou ser imprescindível usar a ciência e tecnologia para desenvolver o estado e colocar o conhecimento em prática para ajudar áreas como a segurança, saúde e educação.

O presidente da Facepe, Diogo Simões, apresentou o Plano de Ação da entidade para a comunidade científica pernambucana, deputados, secretários estaduais e outras autoridades que compareceram ao evento no Palácio do Campo das Princesas. Diogo mostrou que há, atualmente, objetivos consensuais na área de ciência e tecnologia. “O maior deles é transformar a ciência e tecnologia em instrumento para desenvolvimento nacional, de forma soberana e sustentável”, afirmou.

É seguindo este princípio que a Nova Facepe pretende atuar. Seguindo eixos que vão da política industrial tecnológica e do comércio exterior, passando pelos objetivos estratégicos nacionais e chegando ao uso da ciência, tecnologia e inovação para a inclusão social e desenvolvimento da população.

Ainda segundo o Presidente da Facepe, o fomento em Pernambuco vive uma crise institucional. De 2002 até 2005 a média do orçamento recebido pela Fundação era de R$ 2,5 milhões. Em 2006 chegou a R$ 3 milhões. Este é um número que deixou o Estado numa estagnação desastrosa. Isto se confirma se compararmos com os números de estados como a Bahia (R$ 41milhões) e Ceará (R$ 27 milhões). “O aporte dado pelo Governo do Estado garante à Facepe a possibilidade de dar respostas aos desafios que são impostos na área, e segurança para se articular com instituições de fomento como a Cnpq, Finep, Capes, MEC e outras”, falou o presidente.


( da redação com informações de assessoria)