Nordeste e os Governadores. Possível ausência de Educardo Campos e Jaques Wagner se dá no momento que cessaram especulações sobre comando da Sudene.
A Política Real está atenta.
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( Brasília-DF, 04/10/2007) A Política Real está atenta.
É certo que os governadores Eduardo Campos, de Pernambuco, e Jaques Wagner, da Bahia, não vão se encontrar em mais um encontro em que a retomada de uma Sudene forte será tratado. No final de setembro se especulou muito sobre a disputa entre os governadores baiano e pernambucano pelo controle da Superintendência da Sudene. Pelo decreto presidencial que criava a estrutura funcional da nova Sudene, o principal gestor da nova autarquia, com sede em Recife, deveria ser escolhido até o dia 30 do mês passado. Com a crise gerada a partir da derroa da MP que criava novos cargos assim como a nova Secretaria Expecial de Longo Prazo, ficou supensa a nomeação.
Eduardo Campos anunciou que João Lyra vai lhe representar em São Luís face atenda especial em Recife, porém Wagner ainda não disse se irá nem informou agenda que justificasse sua ausência.
CAMPOS - O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, lança nessa sexta-feira ,05, às 10 horas, no Palácio do Campo das Princesas, o Plano Estadual de Combate a Violência Contra as Mulheres. O plano, elaborado pela Secretaria da Mulher, tem como objetivo prevenir, punir e erradicar, num prazo de oito anos, a violência contra a mulher no estado de Pernambuco.
A cerimônia de lançamento contará com a presença da secretaria de Políticas Públicas para as mulheres da Presidência da República, Nilcéa Freire; da secretária da Mulher de Pernambuco, Cristina Buarque.
O Plano de Combate a Violência contra as mulheres em Pernambuco prevê ações nas áreas de prevenção, proteção, punição e assistência para as mulheres em situação de violência. Outro aspecto importante é a participação no plano de outras pastas de governos, especialmente Educação, Cultura, Saúde e Defesa Social. Entre as prioridades estão a criação e manutenção de delegacias-pólo especializadas de atendimento à mulher e a criação e manutenção de defensorias públicas especializadas na defesa da mulher em situação de violência, garantindo atuação em todas as regiões do Estado.
( da redação com informações de assessoria )
É certo que os governadores Eduardo Campos, de Pernambuco, e Jaques Wagner, da Bahia, não vão se encontrar em mais um encontro em que a retomada de uma Sudene forte será tratado. No final de setembro se especulou muito sobre a disputa entre os governadores baiano e pernambucano pelo controle da Superintendência da Sudene. Pelo decreto presidencial que criava a estrutura funcional da nova Sudene, o principal gestor da nova autarquia, com sede em Recife, deveria ser escolhido até o dia 30 do mês passado. Com a crise gerada a partir da derroa da MP que criava novos cargos assim como a nova Secretaria Expecial de Longo Prazo, ficou supensa a nomeação.
Eduardo Campos anunciou que João Lyra vai lhe representar em São Luís face atenda especial em Recife, porém Wagner ainda não disse se irá nem informou agenda que justificasse sua ausência.
CAMPOS - O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, lança nessa sexta-feira ,05, às 10 horas, no Palácio do Campo das Princesas, o Plano Estadual de Combate a Violência Contra as Mulheres. O plano, elaborado pela Secretaria da Mulher, tem como objetivo prevenir, punir e erradicar, num prazo de oito anos, a violência contra a mulher no estado de Pernambuco.
A cerimônia de lançamento contará com a presença da secretaria de Políticas Públicas para as mulheres da Presidência da República, Nilcéa Freire; da secretária da Mulher de Pernambuco, Cristina Buarque.
O Plano de Combate a Violência contra as mulheres em Pernambuco prevê ações nas áreas de prevenção, proteção, punição e assistência para as mulheres em situação de violência. Outro aspecto importante é a participação no plano de outras pastas de governos, especialmente Educação, Cultura, Saúde e Defesa Social. Entre as prioridades estão a criação e manutenção de delegacias-pólo especializadas de atendimento à mulher e a criação e manutenção de defensorias públicas especializadas na defesa da mulher em situação de violência, garantindo atuação em todas as regiões do Estado.
( da redação com informações de assessoria )