Nordeste e Inflação. IGP-M registra variação de 0,80% nos primeiros dez dias de setembro.
FGV não segmentou números do Nordeste.
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( Brasília-DF, 12/09/2007) A Política Real teve acesso. O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) variou 0,80%, no primeiro decêndio do mês de setembro. Para o mesmo período de apuração no mês de agosto, a variação foi de 0,27%. O primeiro decêndio do IGP-M de setembro compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 31 do mês de agosto.
O Índice de Preços por Atacado (IPA) variou 1,19%, no primeiro decêndio de setembro. No mesmo
período do mês de agosto, a taxa foi de 0,29%. O índice de Bens Finais teve sua taxa elevada de
0,04%, no primeiro decêndio de agosto, para 0,56%, em igual período de setembro. Contribuiu para
esta aceleração o subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 1,19% para 2,34%.
No estágio dos Bens Intermediários, a taxa de variação passou de 0,03% para 0,26%. A maior
contribuição para esta aceleração partiu do subgrupo materiais e componentes para a
manufatura, cuja taxa subiu de -0,22% para 0,38%.
A taxa do índice de Matérias-Primas Brutas passou de 1,13% para 3,73%. Os itens que mais
contribuíram para a trajetória de aceleração deste grupo foram: soja (em grão) (-1,74% para 6,19%),
milho (em grão) (1,85% para 10,99%) e leite in natura (2,88% para 5,73%). Em sentido descendente,
destacam-se: bovinos (3,82% para 0,92%), mandioca (aipim) (10,80% para 2,61%) e tomate (12,56%
para -9,89%).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,05%, no primeiro decêndio de
setembro, ante 0,14%, no primeiro decêndio de agosto. A maior contribuição para a desaceleração
partiu do grupo Alimentação, cuja taxa passou de 0,54%, na apuração referente ao primeiro
decêndio de agosto, para –0,25%, no mesmo período de setembro. Nesta classe de despesa, os
principais destaques foram: laticínios (5,29% para 2,48%), carnes bovinas (2,31% para 0,88%),
hortaliças e legumes (-2,65% para –4,02%) e pescados frescos (-0,33% para –4,10%).
Ainda em sentido descendente estão as taxas dos grupos Educação, Leitura e Recreação (0,27%
para 0,15%) e Despesas Diversas (0,24% para –0,06%). No primeiro grupo, destacam-se os itens show
musical (-0,86% para –2,26%) e cursos não formais (1,01% para –0,03%, 1); no segundo, cigarros (0,66%
para –0,02%).
Contrapondo-se à desaceleração do índice, os grupos Habitação (-0,01% para 0,31%), Vestuário
(-0,52% para 0,19%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,29% para 0,34%) e Transportes (-0,36% para
-0,31%) registraram acréscimos em suas taxas de variação. Em cada uma destas classes de
despesa, os principais destaques foram: tarifa de eletricidade residencial (-2,11% para 0,27%), roupas
(-1,60% para 0,36%), serviços de cuidados pessoais (-0,35% para 0,44%) e gasolina (-1,14% para
–0,14%).
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou, no primeiro decêndio de setembro,
taxa de 0,13%, ante 0,42%, no primeiro decêndio de agosto. O índice relativo a Materiais e Serviços
registrou variação de 0,19%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,33%. O índice que representa o
custo da Mão-de-Obra variou 0,07%, no primeiro decêndio de setembro. Na apuração referente ao
mesmo período do mês anterior, o índice apresentou variação de 0,53%.
( da redação com informações de assessoria)
O Índice de Preços por Atacado (IPA) variou 1,19%, no primeiro decêndio de setembro. No mesmo
período do mês de agosto, a taxa foi de 0,29%. O índice de Bens Finais teve sua taxa elevada de
0,04%, no primeiro decêndio de agosto, para 0,56%, em igual período de setembro. Contribuiu para
esta aceleração o subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 1,19% para 2,34%.
No estágio dos Bens Intermediários, a taxa de variação passou de 0,03% para 0,26%. A maior
contribuição para esta aceleração partiu do subgrupo materiais e componentes para a
manufatura, cuja taxa subiu de -0,22% para 0,38%.
A taxa do índice de Matérias-Primas Brutas passou de 1,13% para 3,73%. Os itens que mais
contribuíram para a trajetória de aceleração deste grupo foram: soja (em grão) (-1,74% para 6,19%),
milho (em grão) (1,85% para 10,99%) e leite in natura (2,88% para 5,73%). Em sentido descendente,
destacam-se: bovinos (3,82% para 0,92%), mandioca (aipim) (10,80% para 2,61%) e tomate (12,56%
para -9,89%).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,05%, no primeiro decêndio de
setembro, ante 0,14%, no primeiro decêndio de agosto. A maior contribuição para a desaceleração
partiu do grupo Alimentação, cuja taxa passou de 0,54%, na apuração referente ao primeiro
decêndio de agosto, para –0,25%, no mesmo período de setembro. Nesta classe de despesa, os
principais destaques foram: laticínios (5,29% para 2,48%), carnes bovinas (2,31% para 0,88%),
hortaliças e legumes (-2,65% para –4,02%) e pescados frescos (-0,33% para –4,10%).
Ainda em sentido descendente estão as taxas dos grupos Educação, Leitura e Recreação (0,27%
para 0,15%) e Despesas Diversas (0,24% para –0,06%). No primeiro grupo, destacam-se os itens show
musical (-0,86% para –2,26%) e cursos não formais (1,01% para –0,03%, 1); no segundo, cigarros (0,66%
para –0,02%).
Contrapondo-se à desaceleração do índice, os grupos Habitação (-0,01% para 0,31%), Vestuário
(-0,52% para 0,19%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,29% para 0,34%) e Transportes (-0,36% para
-0,31%) registraram acréscimos em suas taxas de variação. Em cada uma destas classes de
despesa, os principais destaques foram: tarifa de eletricidade residencial (-2,11% para 0,27%), roupas
(-1,60% para 0,36%), serviços de cuidados pessoais (-0,35% para 0,44%) e gasolina (-1,14% para
–0,14%).
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou, no primeiro decêndio de setembro,
taxa de 0,13%, ante 0,42%, no primeiro decêndio de agosto. O índice relativo a Materiais e Serviços
registrou variação de 0,19%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,33%. O índice que representa o
custo da Mão-de-Obra variou 0,07%, no primeiro decêndio de setembro. Na apuração referente ao
mesmo período do mês anterior, o índice apresentou variação de 0,53%.
( da redação com informações de assessoria)