Rio Grande do Norte. Governadora apresentou propostas da Agenda do Crescimento aos empresários.
A Política Real teve acesso.
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( Brasília-DF, 11/09/2007) A Política Real teve acesso. A governadora do Rio Grande do Norte, Wilma de Faria, aproveitou os encontros que mantém com empresários paulistas na sede da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) para apresentar os projetos que já estão sendo desenvolvidos no Rio Grande do Norte, conforme prevê a Agenda do Crescimento - programa que tem como objetivo criar possibilidades de investimentos para empresas instaladas na região e para novos empreendimentos em áreas como turismo, energia, mineração e fruticultura.
Durante o almoço com autoridades e empresários na tarde desta terça-feira (11), dentro da programação do evento “RN: um grande negócio”, Wilma de Faria destacou que o PIB do Rio Grande do Norte, segundo o IBGE, teve um desempenho superior às médias de crescimento do Brasil e do Nordeste e informou que a Agenda do Crescimento prevê a aplicação de R$ 15 bilhões em investimentos públicos e privados – nacionais e estrangeiros.
PARCERIA - Segundo o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Marcelo Rosado, o Governo do Estado chegou à capital paulista acompanhado de parceiros estratégicos da Agenda do Crescimento, entre os quais o Sebrae, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Federação das Indústrias, Federação do Comércio e Federação da Agricultura do Rio Grande do Norte, Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas, associações e cooperativas.
“A parceria é importante porque a Fiesp é a principal interlocutora do setor produtivo nacional e congrega mais de 130 sindicatos patronais”, afirma Rosado. A idéia de realizar em São Paulo o evento potiguar partiu do próprio presidente da Fiesp, Paulo Skaff.
VANTAGENS - De acordo com a governadora Wilma de Faria, o Rio Grande do Norte tem números vistosos para apresentar ao País e ao mundo durante a exposição na Fiesp. Alguns exemplos:
Malha Viária – Nos últimos quatro anos o Governo do Estado construiu e reconstruiu mais de 1.500 quilômetros de estradas em todas as regiões, investindo quase R$ 200 milhões. Até 2010 já estão previstas a construção de 500 novos quilômetros de rodovias e reconstrução de outros 500 quilômetros;
Até 2008, por meio do PAC, o Porto de Natal receberá obras de dragagem de aprofundamento do rio, chegando a 12,5 metros de profundidade para receber navios com capacidade até 60 mil toneladas. Além disso, estão previstas também as ampliações da retroviária, abrindo novos espaços para abrigar containeres, e do cais em mais 220 metros na direção norte. Já o Porto Ilha, em Areia Branca, também passará por melhorias, como a modernização dos descarregadores de barcaças e a ampliação do sistema de atracação dos navios de 35.000 para 75.000 toneladas;
Terminal Pesqueiro - Com um investimento da ordem de R$ 34,7 milhões, oriundos do Governo Federal, Estadual e emendas de parlamentares, o Terminal Pesqueiro de Natal transformará o Estado em um pólo de desenvolvimento da pesca oceânica continental, com geração de negócios superiores a US$ 150 milhões/ano. O projeto já está em fase de licitação;
Aeroporto de Cargas – O Estado terá, em 2010, o maior aeroporto de cargas do País. Localizado na cidade de São Gonçalo do Amarante, a 18 quilômetros de Natal, o terminal aeroportuário receberá investimentos de R$ 600 milhões, vai gerar 30 mil empregos diretos e será uma ponte entre o Brasil e a Europa. A obra está no PAC e está sendo coordenada pelo BNDES;
Energia – O Rio Grande do Norte será, já em 2008, auto-suficiente em energia. Vai produzir, através de uma termoelétrica e de parques eólicos toda a energia que consome. Além disso, o Estado possui a segunda maior reserva nacional de petróleo e a quarta maior reserva de gás natural. O Estado é o segundo produtor de petróleo do Brasil (cerca de 85 mil barris/dia) e terceiro produtor de gás natural (3,6 milhões de metros cúbicos/dia). Com investimentos previstos para o setor superiores a R$ 2,6 bilhões, até 2010, essa produção passará para 115 mil barris/dia e deverá superar 5 milhões de metros cúbicos/dia, respectivamente. Na Unidade de Processamento de Gás Natural – UPGN, no município de Guamaré, são produzidos o GLP (Gás Liquefeito do Petróleo), Querosene de Aviação e diesel. Neste setor, o Rio Grande do Norte se caracteriza como o maior exportador de energia, principalmente de petróleo, gás natural, LGN (Líquido de Gás Natural) e GLP.
( da redação com informações de assessoria)
Durante o almoço com autoridades e empresários na tarde desta terça-feira (11), dentro da programação do evento “RN: um grande negócio”, Wilma de Faria destacou que o PIB do Rio Grande do Norte, segundo o IBGE, teve um desempenho superior às médias de crescimento do Brasil e do Nordeste e informou que a Agenda do Crescimento prevê a aplicação de R$ 15 bilhões em investimentos públicos e privados – nacionais e estrangeiros.
PARCERIA - Segundo o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Marcelo Rosado, o Governo do Estado chegou à capital paulista acompanhado de parceiros estratégicos da Agenda do Crescimento, entre os quais o Sebrae, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Federação das Indústrias, Federação do Comércio e Federação da Agricultura do Rio Grande do Norte, Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas, associações e cooperativas.
“A parceria é importante porque a Fiesp é a principal interlocutora do setor produtivo nacional e congrega mais de 130 sindicatos patronais”, afirma Rosado. A idéia de realizar em São Paulo o evento potiguar partiu do próprio presidente da Fiesp, Paulo Skaff.
VANTAGENS - De acordo com a governadora Wilma de Faria, o Rio Grande do Norte tem números vistosos para apresentar ao País e ao mundo durante a exposição na Fiesp. Alguns exemplos:
Malha Viária – Nos últimos quatro anos o Governo do Estado construiu e reconstruiu mais de 1.500 quilômetros de estradas em todas as regiões, investindo quase R$ 200 milhões. Até 2010 já estão previstas a construção de 500 novos quilômetros de rodovias e reconstrução de outros 500 quilômetros;
Até 2008, por meio do PAC, o Porto de Natal receberá obras de dragagem de aprofundamento do rio, chegando a 12,5 metros de profundidade para receber navios com capacidade até 60 mil toneladas. Além disso, estão previstas também as ampliações da retroviária, abrindo novos espaços para abrigar containeres, e do cais em mais 220 metros na direção norte. Já o Porto Ilha, em Areia Branca, também passará por melhorias, como a modernização dos descarregadores de barcaças e a ampliação do sistema de atracação dos navios de 35.000 para 75.000 toneladas;
Terminal Pesqueiro - Com um investimento da ordem de R$ 34,7 milhões, oriundos do Governo Federal, Estadual e emendas de parlamentares, o Terminal Pesqueiro de Natal transformará o Estado em um pólo de desenvolvimento da pesca oceânica continental, com geração de negócios superiores a US$ 150 milhões/ano. O projeto já está em fase de licitação;
Aeroporto de Cargas – O Estado terá, em 2010, o maior aeroporto de cargas do País. Localizado na cidade de São Gonçalo do Amarante, a 18 quilômetros de Natal, o terminal aeroportuário receberá investimentos de R$ 600 milhões, vai gerar 30 mil empregos diretos e será uma ponte entre o Brasil e a Europa. A obra está no PAC e está sendo coordenada pelo BNDES;
Energia – O Rio Grande do Norte será, já em 2008, auto-suficiente em energia. Vai produzir, através de uma termoelétrica e de parques eólicos toda a energia que consome. Além disso, o Estado possui a segunda maior reserva nacional de petróleo e a quarta maior reserva de gás natural. O Estado é o segundo produtor de petróleo do Brasil (cerca de 85 mil barris/dia) e terceiro produtor de gás natural (3,6 milhões de metros cúbicos/dia). Com investimentos previstos para o setor superiores a R$ 2,6 bilhões, até 2010, essa produção passará para 115 mil barris/dia e deverá superar 5 milhões de metros cúbicos/dia, respectivamente. Na Unidade de Processamento de Gás Natural – UPGN, no município de Guamaré, são produzidos o GLP (Gás Liquefeito do Petróleo), Querosene de Aviação e diesel. Neste setor, o Rio Grande do Norte se caracteriza como o maior exportador de energia, principalmente de petróleo, gás natural, LGN (Líquido de Gás Natural) e GLP.
( da redação com informações de assessoria)