Sergipe. Governo de João Alves teria comprado 10 toneladas de medicamentos que estão vencidos.
Denúncia é do líder do Governo Déda na AL-SE.
Publicado em
( Brasília-DF, 11/09/2007) A Política Real teve acesso. O deputado estadual Francisco Gualberto (PT), líder do governo na Assembléia Legislativa do Sergipe, denunciou nesta terça-feira ,11, em Aracaju, um “crime cometido pelo governo de João Alves na área de saúde”.
De acordo com o parlamentar, a Secretaria de Estado da Saúde está organizando junto com o Ministério Público e a Vigilância Sanitária a incineração de 10 toneladas de medicamentos vencidos e que foram comprados sem planejamento no governo passado. “Significa um volume tão grande que eu não conheço nenhum forno em Sergipe que possa queimar esse medicamento todo, de uma só vez”, disse.
Gualberto ressalta que trata-se de um prejuízo enorme para os cofres do Estado, já que os produtos continuam armazenados nos almoxarifados da Saúde. “O Estado gastou dinheiro quando comprou os vencidos e agora o nosso governo terá que comprar os medicamentos novamente. Entre esses, têm vários itens que não podem faltar nos hospitais públicos”, afirmou o petista, pedindo aos opositores que façam uma reflexão mais profunda quando desejarem usar a tribuna da Assembléia para fazer denúncias sem fundamento sobre o atual governo.
Na mesma sessão, Francisco Gualberto mostrou uma série de extratos de compras feitas pela Secretaria de Estado da Saúde durante o governo de João Alves , DEM, para provar que a modalidade dispensa de licitação já era praticada de forma abundante. Segundo ele, em 2003 foram R$ 45.414,000,00; em 2004, R$ 69.946.000,00; em 2005 R$ 44.318.000,00; e em 2006, R$ 29.382.000,00. “E nem por isso representei o governo passado porque entendia que compras dessa natureza, em regime de urgência, dispensam licitação”.
Para Gualberto, ao denunciar o montante de R$ 171 milhões de compras sem licitação no atual governo, o deputado Augusto Bezerra, DEM, estaria somando todas as ‘tomadas de preço’ que encontrou no Diário Oficial referentes a saúde. “Quero insistir na incoerência do deputado. É a demonstração ou de um despreparo absoluto ou má fé sem tamanho”, disse Gualberto. Ele informou ainda que em oito meses do atual governo foram gastos cerca de R$ 40 milhões com compras sem licitação.
Desse total, R$ 11 milhões referem-se a compras feitas através de termo de ajustamento com o Ministério Público Estadual para aquisição de medicamentos de forma urgente. “Augusto Bezerra só vai dar trabalho ao Ministério Público e cair no ridículo. Com tantos mandatos, ele ainda não sabe a diferença entre uma tomada de preço publicada no Diário e uma compra efetivada”, garante o líder do governo, ressaltando que cópias dos extratos mostrados por ele na tribuna estão à disposição dos demais deputados nas Secretarias de Saúde e Administração.
O deputado Gualberto denunciou também uma grave irregularidade cometida pelo governo passado em um contrato para compra de equipamentos para a área de saúde. Ele revelou que no termo de ajustamento com o MPE foi descoberto um contrato no valor de R$ 33 milhões, mas o atual governo conseguiu o cancelamento para em seguida renová-lo por R$ 22 milhões. Uma diferença de R$ 11 milhões. “Tinha muita coisa errada nesse Estado. E quem matava o boi quer fazer pandeiro com o couro e ainda promover festa”, disse Francisco Gualberto.
( da redação com informações de assessoria)
De acordo com o parlamentar, a Secretaria de Estado da Saúde está organizando junto com o Ministério Público e a Vigilância Sanitária a incineração de 10 toneladas de medicamentos vencidos e que foram comprados sem planejamento no governo passado. “Significa um volume tão grande que eu não conheço nenhum forno em Sergipe que possa queimar esse medicamento todo, de uma só vez”, disse.
Gualberto ressalta que trata-se de um prejuízo enorme para os cofres do Estado, já que os produtos continuam armazenados nos almoxarifados da Saúde. “O Estado gastou dinheiro quando comprou os vencidos e agora o nosso governo terá que comprar os medicamentos novamente. Entre esses, têm vários itens que não podem faltar nos hospitais públicos”, afirmou o petista, pedindo aos opositores que façam uma reflexão mais profunda quando desejarem usar a tribuna da Assembléia para fazer denúncias sem fundamento sobre o atual governo.
Na mesma sessão, Francisco Gualberto mostrou uma série de extratos de compras feitas pela Secretaria de Estado da Saúde durante o governo de João Alves , DEM, para provar que a modalidade dispensa de licitação já era praticada de forma abundante. Segundo ele, em 2003 foram R$ 45.414,000,00; em 2004, R$ 69.946.000,00; em 2005 R$ 44.318.000,00; e em 2006, R$ 29.382.000,00. “E nem por isso representei o governo passado porque entendia que compras dessa natureza, em regime de urgência, dispensam licitação”.
Para Gualberto, ao denunciar o montante de R$ 171 milhões de compras sem licitação no atual governo, o deputado Augusto Bezerra, DEM, estaria somando todas as ‘tomadas de preço’ que encontrou no Diário Oficial referentes a saúde. “Quero insistir na incoerência do deputado. É a demonstração ou de um despreparo absoluto ou má fé sem tamanho”, disse Gualberto. Ele informou ainda que em oito meses do atual governo foram gastos cerca de R$ 40 milhões com compras sem licitação.
Desse total, R$ 11 milhões referem-se a compras feitas através de termo de ajustamento com o Ministério Público Estadual para aquisição de medicamentos de forma urgente. “Augusto Bezerra só vai dar trabalho ao Ministério Público e cair no ridículo. Com tantos mandatos, ele ainda não sabe a diferença entre uma tomada de preço publicada no Diário e uma compra efetivada”, garante o líder do governo, ressaltando que cópias dos extratos mostrados por ele na tribuna estão à disposição dos demais deputados nas Secretarias de Saúde e Administração.
O deputado Gualberto denunciou também uma grave irregularidade cometida pelo governo passado em um contrato para compra de equipamentos para a área de saúde. Ele revelou que no termo de ajustamento com o MPE foi descoberto um contrato no valor de R$ 33 milhões, mas o atual governo conseguiu o cancelamento para em seguida renová-lo por R$ 22 milhões. Uma diferença de R$ 11 milhões. “Tinha muita coisa errada nesse Estado. E quem matava o boi quer fazer pandeiro com o couro e ainda promover festa”, disse Francisco Gualberto.
( da redação com informações de assessoria)