Nordeste e Desenvolvimento. Despesas das famílias do Nordeste são menores, aponta IBGE; Famílias mais pobres gastam 76% do orçamento da saúde com medicamentos No Nordeste, 13% das aquisições são públicas.
A Política Real teve acesso.
Publicado em
( Brasília-DF, 29/08/2007) A Política Real teve acesso. Os gastos com assistência à saúde mantiveram-se entre 4% e 6% no total das despesas das famílias, demonstrando que as decisões sobre esse grupo não tiveram lugar destacado. Os medicamentos comprometeram 76% dos gastos com saúde nas famílias mais pobres (até R$ 400,00). Nas famílias mais ricas (acima de R$ 3 mil), este percentual foi de aproximadamente 23,7%. Em contrapartida, as despesas com planos ou seguros de saúde entre as famílias mais pobres representaram 7%, subindo com a renda das famílias até chegar a 37,19% nas com rendimento acima de R$ 6.000,00. Em todas as regiões do país, a aquisição de medicamentos foi feita, majoritariamente, com pagamento à vista.
Na região Nordeste, pode-se destacar os valores de quase 13% de aquisição gratuita através do sistema público e 4,6% de medicamentos doados.
Nas regiões Norte e Nordeste, o total de despesas com assistência à saúde não chegou a R$ 100,00. No Sudeste, foram de R$ 180,87, e, no Sul, de R$ 129,13. Os planos de saúde no Nordeste só representaram 13% do total despendido com assistência à saúde no país. Nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, os gastos com planos de saúde chegaram a 20% do total, enquanto no Norte alcançaram 18%. De acordo com o estudo, 24,5% da população do Brasil afirmou estar segurada por algum tipo de plano ou seguro de saúde.
Trabalhadores domésticos e para próprio consumo e uso tem menores despesas
O estudo da POF 2002-2003 revelou para o Brasil que famílias em que a pessoa de referência pertencia à categoria empregador (R$ 4.291,00) e empregados públicos (R$ 3.005,00) apresentavam as maiores despesas médias mensais, enquanto trabalhadores domésticos (R$ 832,00) e trabalhadores para próprio consumo e uso (R$ 673,00) respondiam pelas menores despesas. Em posição intermediária, figuravam empregados privados (R$ 1.693,00), e conta própria (R$1.517,00).
A região Sul apresentava as maiores despesas médias mensais em quatro das seis posições de ocupação: empregadores (R$ 4.902,00, 1); empregados privados (R$ 2.041,00, 1); conta própria (R$ 1.927,00, 1); e os empregados para o próprio consumo e uso (R$ 920,00). Famílias onde a pessoa de referência integrava o grupo empregados públicos (R$ 3.514,00) e empregados domésticos (R$ 1.024,00) registravam as maiores despesas mensais nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, respectivamente. Já as menores despesas médias mensais, em todas as categorias de ocupação, correspondem às regiões Norte e Nordeste. No Brasil, a despesa média mensal das famílias com pessoa de referência ocupada no trabalho principal em atividades não-agropecuárias (R$ 2.045,23) foi duas vezes maior do que naquelas ligadas a atividades agropecuárias (R$1.013,50).
( da redação com informações de assessoria)
Na região Nordeste, pode-se destacar os valores de quase 13% de aquisição gratuita através do sistema público e 4,6% de medicamentos doados.
Nas regiões Norte e Nordeste, o total de despesas com assistência à saúde não chegou a R$ 100,00. No Sudeste, foram de R$ 180,87, e, no Sul, de R$ 129,13. Os planos de saúde no Nordeste só representaram 13% do total despendido com assistência à saúde no país. Nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, os gastos com planos de saúde chegaram a 20% do total, enquanto no Norte alcançaram 18%. De acordo com o estudo, 24,5% da população do Brasil afirmou estar segurada por algum tipo de plano ou seguro de saúde.
Trabalhadores domésticos e para próprio consumo e uso tem menores despesas
O estudo da POF 2002-2003 revelou para o Brasil que famílias em que a pessoa de referência pertencia à categoria empregador (R$ 4.291,00) e empregados públicos (R$ 3.005,00) apresentavam as maiores despesas médias mensais, enquanto trabalhadores domésticos (R$ 832,00) e trabalhadores para próprio consumo e uso (R$ 673,00) respondiam pelas menores despesas. Em posição intermediária, figuravam empregados privados (R$ 1.693,00), e conta própria (R$1.517,00).
A região Sul apresentava as maiores despesas médias mensais em quatro das seis posições de ocupação: empregadores (R$ 4.902,00, 1); empregados privados (R$ 2.041,00, 1); conta própria (R$ 1.927,00, 1); e os empregados para o próprio consumo e uso (R$ 920,00). Famílias onde a pessoa de referência integrava o grupo empregados públicos (R$ 3.514,00) e empregados domésticos (R$ 1.024,00) registravam as maiores despesas mensais nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, respectivamente. Já as menores despesas médias mensais, em todas as categorias de ocupação, correspondem às regiões Norte e Nordeste. No Brasil, a despesa média mensal das famílias com pessoa de referência ocupada no trabalho principal em atividades não-agropecuárias (R$ 2.045,23) foi duas vezes maior do que naquelas ligadas a atividades agropecuárias (R$1.013,50).
( da redação com informações de assessoria)