Nordeste e o Comércio. ANÁLISE REGIONAL: Avanços no período foram marcantes em Alagoas, Sergipe e Maranhão.
No Piauí, houve queda.
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( Brasília-DF, 17/08/2007) A Política Real teve acesso. Dos vinte e sete estados, apenas o Piauí (-0,6%) teve resultados negativos em junho de 2007 frente ao mesmo mês do ano passado. Destacaram-se com as maiores variações positivas: Alagoas (25,4%, 1); Pará (16,3%, 1); Sergipe (16,0%, 1); Amapá (15,9%) e Maranhão (15,5%) . Quanto à participação na composição da taxa do Comércio varejista , os destaques foram, pela ordem, São Paulo (15,1%, 1); Rio de Janeiro (8,3%, 1); Rio Grande do Sul (9,1%, 1); Bahia (15,5%, 1); e Minas Gerais (6,8%).
Em relação ao varejo ampliado , as maiores taxas de desempenho no volume de vendas ocorreram em Rondônia (42,6%, 1); Acre (30,8%, 1); Alagoas (29,1%, 1); Pará (28,9%, 1); e Mato Grosso do Sul (25,8%). O impacto no resultado global do setor, foi maior em São Paulo (18,8%, 1); Rio de Janeiro (11,6%, 1); Paraná (18,8%, 1); Minas Gerais (12,9%, 1); e Rio Grande do Sul (13,5%). Ainda por estados, os resultados com ajuste sazonal para volume de vendas apontam, na comparação mês/mês anterior, 15 estados com variações positivas e 12 com negativas. Os principais acréscimos foram no Rio Grande do Norte (2,8%, 1); Ceará (2,7%, 1); Amapá (2,0%, 1); e Mato Grosso do Sul (2,0%). Já as maiores quedas aconteceram em Roraima (-6,1%, 1); Rondônia (-4,4%, 1); Amazonas (-2,5%, 1); e Tocantins (-1,6%).
ANÁLISE TRIMESTRAL / SEMESTRAL - A variação de 10,0% registrada pelo Comércio varejista no segundo trimestre do ano de 2007, comparado com igual período de 2006, superou ligeiramente a do primeiro trimestre (9,8%). As atividades que assinalaram aumento na taxa de desempenho entre os dois períodos foram: Combustíveis e lubrificantes (4,8% para 6,1%, 1); Tecidos, vestuário e calçados, (6,8% para 12,7%, 1); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (5,3% para 8,8%, 1); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (20,2% para 24,2%, 1); Livros, jornais, revistas e papelaria (5,1% para 7,5%, 1); e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (21,8% para 27,0%). Por outro lado, registraram redução no ritmo de crescimento as atividades de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (de 7,2% para 6,9%) e Móveis e eletrodomésticos (de 20,3% para 13,0%).
Tratando-se do Comércio varejista ampliado , a taxa de variação do segundo trimestre, de 15,4%, também superou a do primeiro trimestre (11,8%), comportamento influenciado não só pelo desempenho das atividades já mencionadas, como, também, pela evolução das vendas de Veículos, motos, partes e peças (de 17,4% para 28,3%), e de Material de construção (de 6,0% para 13,2%) - Tabela 4.
Já o resultado do semestre (9,9%), foi o melhor de toda a série da pesquisa, iniciada em 2001, superando até mesmo o do primeiro semestre de 2004 (9,4%), considerado ano da recuperação do comércio varejista, que marcou a inflexão das taxas semestrais .
No primeiro semestre de 2007, frente ao segundo de 2006, tiveram desempenho destacado Combustíveis e lubrificantes (de -6,1% para 5,5%, 1); Tecidos, vestuário e calçados (de 1,1% para 10,1%, 1); Móveis e eletrodomésticos (de 11,3% para 16,5%, 1); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (de 3,4% para 7,1%, 1); Livros, jornais, revistas e papelaria (de 0,0% para 6,1%, 1); e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (de 20,7% para 24,5%). Já Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação apresentaram pequenas redução de suas taxas (7,5% para 7,0% e 22,8% para 22,3%, respectivamente).
( da redação com informações de assessoria)
Em relação ao varejo ampliado , as maiores taxas de desempenho no volume de vendas ocorreram em Rondônia (42,6%, 1); Acre (30,8%, 1); Alagoas (29,1%, 1); Pará (28,9%, 1); e Mato Grosso do Sul (25,8%). O impacto no resultado global do setor, foi maior em São Paulo (18,8%, 1); Rio de Janeiro (11,6%, 1); Paraná (18,8%, 1); Minas Gerais (12,9%, 1); e Rio Grande do Sul (13,5%). Ainda por estados, os resultados com ajuste sazonal para volume de vendas apontam, na comparação mês/mês anterior, 15 estados com variações positivas e 12 com negativas. Os principais acréscimos foram no Rio Grande do Norte (2,8%, 1); Ceará (2,7%, 1); Amapá (2,0%, 1); e Mato Grosso do Sul (2,0%). Já as maiores quedas aconteceram em Roraima (-6,1%, 1); Rondônia (-4,4%, 1); Amazonas (-2,5%, 1); e Tocantins (-1,6%).
ANÁLISE TRIMESTRAL / SEMESTRAL - A variação de 10,0% registrada pelo Comércio varejista no segundo trimestre do ano de 2007, comparado com igual período de 2006, superou ligeiramente a do primeiro trimestre (9,8%). As atividades que assinalaram aumento na taxa de desempenho entre os dois períodos foram: Combustíveis e lubrificantes (4,8% para 6,1%, 1); Tecidos, vestuário e calçados, (6,8% para 12,7%, 1); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (5,3% para 8,8%, 1); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (20,2% para 24,2%, 1); Livros, jornais, revistas e papelaria (5,1% para 7,5%, 1); e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (21,8% para 27,0%). Por outro lado, registraram redução no ritmo de crescimento as atividades de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (de 7,2% para 6,9%) e Móveis e eletrodomésticos (de 20,3% para 13,0%).
Tratando-se do Comércio varejista ampliado , a taxa de variação do segundo trimestre, de 15,4%, também superou a do primeiro trimestre (11,8%), comportamento influenciado não só pelo desempenho das atividades já mencionadas, como, também, pela evolução das vendas de Veículos, motos, partes e peças (de 17,4% para 28,3%), e de Material de construção (de 6,0% para 13,2%) - Tabela 4.
Já o resultado do semestre (9,9%), foi o melhor de toda a série da pesquisa, iniciada em 2001, superando até mesmo o do primeiro semestre de 2004 (9,4%), considerado ano da recuperação do comércio varejista, que marcou a inflexão das taxas semestrais .
No primeiro semestre de 2007, frente ao segundo de 2006, tiveram desempenho destacado Combustíveis e lubrificantes (de -6,1% para 5,5%, 1); Tecidos, vestuário e calçados (de 1,1% para 10,1%, 1); Móveis e eletrodomésticos (de 11,3% para 16,5%, 1); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (de 3,4% para 7,1%, 1); Livros, jornais, revistas e papelaria (de 0,0% para 6,1%, 1); e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (de 20,7% para 24,5%). Já Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação apresentaram pequenas redução de suas taxas (7,5% para 7,0% e 22,8% para 22,3%, respectivamente).
( da redação com informações de assessoria)