Alagoas. OAB quer auxiliar exame de aumento da dívida de Alagoas; Comissão de investigação foi criada ontem na AL-AL.
A Piolítica Real teve acesso.
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( Brasília-DF, 09/08/2007) A Política Real teve acesso. O presidente da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Alagoas, Omar Coêlho, elogiou a iniciativa da Presidência da Assembléia Legislativa de seu Estado, que decidiu examinar a origem e legalidade da Dívida Pública – que subiu de 15 para 22%, por ação do governo Lessa.
Omar Coêlho vai solicitar ao presidente da Assembléia Legislativa, deputado Antônio Albuquerque, a participação da OAB alagoana no exame da matéria, que, segundo ele, vai tornar transparente um processo que, até então, era “nebuloso e sombrio” e “somente prejuízos trouxe ao erário”.
COMO FOI - Por indicação do presidente da Assembléia Legislativa de Alagoas, o deputado Antonio Albuquerque (DEM), foi criada uma comissão de estudos que irá examinar a origem e a legalidade da dívida pública rolada pelo Estado perante a União. Os números que se têm notícia são da ordem de R$ 5,6 bilhões. Para Albuquerque, este pode ser o caminho para mudar a realidade das contas públicas de Alagoas.
Em virtude dessa dívida, Alagoas vinha repassando 22% de sua receita líquida para a União. Por força de uma liminar conseguida pelo ex-governador Ronaldo Lessa, esse índice foi reduzido para 15%, o que representa cerca de R$ 37 milhões mensais. “É um dinheiro que vai para o ralo. O presidente Lula anunciou recentemente o perdão da dívida do Haiti para com o Brasil e por que não fazer o mesmo com um ente federado?”, questionou o presidente da ALE, Antonio Albuquerque. O presidente afirmou que tem conhecimento de que tal proposta seria seguida por outros estados, mas a situação alagoana seria de maior gravidade.
Albuquerque declarou, ainda, que sua proposta, ao criar a comissão de estudo é discutir a formalização de um modelo capaz de tirar o Estado da crise. “Nós precisamos esquecer as questões eleitorais”, declarou ele, como forma de rebater a informação veiculada na imprensa local de que teria defendido a moratória da dívida pública. Antonio Albuquerque disse, ainda, que tem conhecimento de declarações da ministra Ellen Gracie, do Supremo Tribunal Federal (STF), que teria se mostrado indignada com os repasses a que Alagoas está submetida a fazer todos os meses para o governo federal.
A comissão anunciada por Albuquerque é formada pelos deputados Marcos Ferreira (PMN), Rui Palmeira (PR), Antonio Hollanda Júnior (PTdoB) e Judson Cabral (PT). Presidida pelo primeiro, a comissão terá o prazo de 60 dias e será formalizada através de ato a ser publicado no Diário Oficial do Estado.
( da redação com informações de assessoria)
Omar Coêlho vai solicitar ao presidente da Assembléia Legislativa, deputado Antônio Albuquerque, a participação da OAB alagoana no exame da matéria, que, segundo ele, vai tornar transparente um processo que, até então, era “nebuloso e sombrio” e “somente prejuízos trouxe ao erário”.
COMO FOI - Por indicação do presidente da Assembléia Legislativa de Alagoas, o deputado Antonio Albuquerque (DEM), foi criada uma comissão de estudos que irá examinar a origem e a legalidade da dívida pública rolada pelo Estado perante a União. Os números que se têm notícia são da ordem de R$ 5,6 bilhões. Para Albuquerque, este pode ser o caminho para mudar a realidade das contas públicas de Alagoas.
Em virtude dessa dívida, Alagoas vinha repassando 22% de sua receita líquida para a União. Por força de uma liminar conseguida pelo ex-governador Ronaldo Lessa, esse índice foi reduzido para 15%, o que representa cerca de R$ 37 milhões mensais. “É um dinheiro que vai para o ralo. O presidente Lula anunciou recentemente o perdão da dívida do Haiti para com o Brasil e por que não fazer o mesmo com um ente federado?”, questionou o presidente da ALE, Antonio Albuquerque. O presidente afirmou que tem conhecimento de que tal proposta seria seguida por outros estados, mas a situação alagoana seria de maior gravidade.
Albuquerque declarou, ainda, que sua proposta, ao criar a comissão de estudo é discutir a formalização de um modelo capaz de tirar o Estado da crise. “Nós precisamos esquecer as questões eleitorais”, declarou ele, como forma de rebater a informação veiculada na imprensa local de que teria defendido a moratória da dívida pública. Antonio Albuquerque disse, ainda, que tem conhecimento de declarações da ministra Ellen Gracie, do Supremo Tribunal Federal (STF), que teria se mostrado indignada com os repasses a que Alagoas está submetida a fazer todos os meses para o governo federal.
A comissão anunciada por Albuquerque é formada pelos deputados Marcos Ferreira (PMN), Rui Palmeira (PR), Antonio Hollanda Júnior (PTdoB) e Judson Cabral (PT). Presidida pelo primeiro, a comissão terá o prazo de 60 dias e será formalizada através de ato a ser publicado no Diário Oficial do Estado.
( da redação com informações de assessoria)