Nordeste e o PAC. Terminou agora há pouco o lançamento do PAC Saneamento e Habitação; Alagoas e Maranhão assinaram - eles foram os dois últimos estados da região que faltavam ser atendidos.
Lula disse que deseja ver as licitações prontas em fevereiro; Assessoria disse que a pressa por resultados é que forçou um lançamento em massa em 12 estados e no DF, hoje.
Publicado em
( Brasília-DF, 03/08/2007) A Política Real acompanhou. Terminou agora há pouco o lançamento do Plano de Aceleração do Crescimento, PAC, para as áreas de saneamento e habitação. O evento marcado para começar às 10 h 30 só começou às 11 h 12, quando a ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, e gestora do PAC - começou a falar.
EXCLUÍDOS - A Política Real questionou a uma assessora de imprensa da Casa Civil porque é que depois do presidente Lula e a ministra Dilma, junto com o ministro Márcio Fortes, das Cidades, terem lançado o chamado “PAC de Saneamento e Habitação” em seis estados nordestinos decidiram deixar “só o Maranhão e Alagoas” de fora dos lançamento isolados. Ela informou que face a necessidade de algumas obras serem iniciadas com maior brevidade se decidiu em fazer esse lançamento conjunto. Ela informou que a ministra Dilma Rousseff iria detalhar essa decisão em sua fala. A gestora do PAC acabou não sendo clara em sua fala de abertura, e explicação, da iniciativa em cada um dos 12 estados e no Distrito Federal. Só ficaram de fora, hoje, os estados do Paraná e do Rio Grande do Sul que deverão ter lançados, em Curitiba e Porto Alegre, respectivamente, a partir do dia 14 de agosto.
LULA – O presidente Lula só começou sua fala às 12 h 53. Ele encerrou sua fala dizendo que desejava, em fevereiro do ano que vem, 2.008, ser convidado por cada um dos prefeitos que estiveram presentes e assinaram os termos com os governadores, ministros e presidente da Caixa Econômica Federal – para “assinar as ordens de serviço desois de cumpridas as licitações”. Falaram em nome dos governadores, Ana Júlia Carepa(PT-PA), do Pará, o prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho( PT), que se manifestou em nome dos prefeitos. Sobrinho disse que “nunca os prefeitos tinham recebido tantos recursos do Governo Federal”. Ele disse que o povo de sua cidade “não seria traíra, e não vaiará o presidente Lula”. Carepa aproveitou para agradecer o esforço das autoridades e disse “que nunca viu as elites se revoltarem contra a dessasistência”.
TRABALHO DURO - O ministro Márcio Fortes, das Cidades, não se manifestou. Ele foi o único que esteve todo o momento na assinatura dos atos, que se deram numa mesa em frente ao palco onde estavam todos os 13 governadores, o presidente Lula, o vice-presidente da República, José Alencar. A ministra Dilma Rousseff também ficou ao lado do presidente após sua fala de apresentação. O governador Jackson Lago, do Maranhão, ficou do lado esquerdo do presidente Lula enquanto o governador Teotônio Vilela ficou do seu lado direito.
( por Genésio Araújo Junior)
EXCLUÍDOS - A Política Real questionou a uma assessora de imprensa da Casa Civil porque é que depois do presidente Lula e a ministra Dilma, junto com o ministro Márcio Fortes, das Cidades, terem lançado o chamado “PAC de Saneamento e Habitação” em seis estados nordestinos decidiram deixar “só o Maranhão e Alagoas” de fora dos lançamento isolados. Ela informou que face a necessidade de algumas obras serem iniciadas com maior brevidade se decidiu em fazer esse lançamento conjunto. Ela informou que a ministra Dilma Rousseff iria detalhar essa decisão em sua fala. A gestora do PAC acabou não sendo clara em sua fala de abertura, e explicação, da iniciativa em cada um dos 12 estados e no Distrito Federal. Só ficaram de fora, hoje, os estados do Paraná e do Rio Grande do Sul que deverão ter lançados, em Curitiba e Porto Alegre, respectivamente, a partir do dia 14 de agosto.
LULA – O presidente Lula só começou sua fala às 12 h 53. Ele encerrou sua fala dizendo que desejava, em fevereiro do ano que vem, 2.008, ser convidado por cada um dos prefeitos que estiveram presentes e assinaram os termos com os governadores, ministros e presidente da Caixa Econômica Federal – para “assinar as ordens de serviço desois de cumpridas as licitações”. Falaram em nome dos governadores, Ana Júlia Carepa(PT-PA), do Pará, o prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho( PT), que se manifestou em nome dos prefeitos. Sobrinho disse que “nunca os prefeitos tinham recebido tantos recursos do Governo Federal”. Ele disse que o povo de sua cidade “não seria traíra, e não vaiará o presidente Lula”. Carepa aproveitou para agradecer o esforço das autoridades e disse “que nunca viu as elites se revoltarem contra a dessasistência”.
TRABALHO DURO - O ministro Márcio Fortes, das Cidades, não se manifestou. Ele foi o único que esteve todo o momento na assinatura dos atos, que se deram numa mesa em frente ao palco onde estavam todos os 13 governadores, o presidente Lula, o vice-presidente da República, José Alencar. A ministra Dilma Rousseff também ficou ao lado do presidente após sua fala de apresentação. O governador Jackson Lago, do Maranhão, ficou do lado esquerdo do presidente Lula enquanto o governador Teotônio Vilela ficou do seu lado direito.
( por Genésio Araújo Junior)