Maranhão. Assembléia, Câmara de São Luís e Famem unem forças pela preservação da Bacia do Itapecuru.
A Política Real informa.
Publicado em
( Brasília-DF, 02/08/2007) A Política Real teve acesso. A Assembléia Legislativa do Maranhão, a Câmara Municipal de São Luís e a Famem (Federação dos Municípios do Maranhão) firmaram acordo em torno da causa da preservação da bacia hidrográfica do rio Itapecuru.
A decisão foi anunciada durante reunião entre o presidente da AL-MA, João Evangelista (PSDB), o presidente da Famem, Cleomar Tema (PSB), o presidente da Câmara de São Luís, Isaías Pereirinha (PSL), e os vereadores José Joaquim (PSDB) e Joberval Bertoldo (PCB), na sala de reuniões da Presidência.
De acordo com João Evangelista, o lançamento de esgoto in natura é, atualmente, o principal fator poluente do rio Itapecuru. Em razão disso, ele defendeu a conjugação de forças para lutar pela implantação de sistemas de tratamento de esgoto nas cidades ribeirinhas. O presidente disse ainda que, como parte do projeto, será realizado um trabalho educativo, através de audiências públicas, junto às comunidades ribeirinhas.
João Evangelista lembrou que 75% da água utilizada para consumo em São Luís, cidade com aproximadamente um milhão de habitantes, é retirada do Itapecuru. “Defendo a tese de que esse projeto [Itapecuru-Águas Perenes] não seja da Assembléia, mas da sociedade. Hoje estou aqui [na Presidência], amanhã vem outro. E não interessa quem chega, a sociedade organizada tem que cobrar”, declarou.
De acordo com o presidente, o Itapecuru-Águas Perenes é apenas o começo, pois o objetivo maior é estender o projeto a outras bacias hidrográficas do Maranhão.
“A Federação [Famem] tem grande interesse em participar desse projeto”, resumiu Cleomar Tema, destacando que o rio Itapecuru abrange 52 municípios maranhenses.
ITAQUI-BACANGA - A conjugação de forças não se restringe à preservação do rio Itapecuru. Também ficou confirmada a participação da Câmara de São Luís, através da Comissão de Meio Ambiente, no “Seminário de Gestão Compartilhada para o Ordenamento Territorial do Bacanga-Itaqui”, que tem por objetivo debater a situação territorial e ambiental da área. O seminário acontecerá nos dias 26 e 27 de setembro, no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana, em São Luís.
Após deduzir todos os fatos apresentados durante o seminário, que servirão de subsídios para estimar o alcance dos impactos ambientais, o próximo objetivo é elaborar um projeto de lei para propor o ordenamento territorial da área Itaqui-Bacanga.
O assessor da Presidência da Assembléia Legislativa, Ronald Almeida, destacou que a participação da Câmara neste seminário é fundamental, pois o projeto de lei deverá ser votado pelos vereadores.
O presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara de Vereadores, Joberval Bertoldo, destacou que a Câmara de São Luís está engajada na luta pela preservação do rio Anil, ao lado de movimentos da sociedade civil organizada. A Assembléia, através da Comissão de Meio Ambiente, foi convidada a somar forças neste movimento.
( da redação com informações de assessoria)
A decisão foi anunciada durante reunião entre o presidente da AL-MA, João Evangelista (PSDB), o presidente da Famem, Cleomar Tema (PSB), o presidente da Câmara de São Luís, Isaías Pereirinha (PSL), e os vereadores José Joaquim (PSDB) e Joberval Bertoldo (PCB), na sala de reuniões da Presidência.
De acordo com João Evangelista, o lançamento de esgoto in natura é, atualmente, o principal fator poluente do rio Itapecuru. Em razão disso, ele defendeu a conjugação de forças para lutar pela implantação de sistemas de tratamento de esgoto nas cidades ribeirinhas. O presidente disse ainda que, como parte do projeto, será realizado um trabalho educativo, através de audiências públicas, junto às comunidades ribeirinhas.
João Evangelista lembrou que 75% da água utilizada para consumo em São Luís, cidade com aproximadamente um milhão de habitantes, é retirada do Itapecuru. “Defendo a tese de que esse projeto [Itapecuru-Águas Perenes] não seja da Assembléia, mas da sociedade. Hoje estou aqui [na Presidência], amanhã vem outro. E não interessa quem chega, a sociedade organizada tem que cobrar”, declarou.
De acordo com o presidente, o Itapecuru-Águas Perenes é apenas o começo, pois o objetivo maior é estender o projeto a outras bacias hidrográficas do Maranhão.
“A Federação [Famem] tem grande interesse em participar desse projeto”, resumiu Cleomar Tema, destacando que o rio Itapecuru abrange 52 municípios maranhenses.
ITAQUI-BACANGA - A conjugação de forças não se restringe à preservação do rio Itapecuru. Também ficou confirmada a participação da Câmara de São Luís, através da Comissão de Meio Ambiente, no “Seminário de Gestão Compartilhada para o Ordenamento Territorial do Bacanga-Itaqui”, que tem por objetivo debater a situação territorial e ambiental da área. O seminário acontecerá nos dias 26 e 27 de setembro, no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana, em São Luís.
Após deduzir todos os fatos apresentados durante o seminário, que servirão de subsídios para estimar o alcance dos impactos ambientais, o próximo objetivo é elaborar um projeto de lei para propor o ordenamento territorial da área Itaqui-Bacanga.
O assessor da Presidência da Assembléia Legislativa, Ronald Almeida, destacou que a participação da Câmara neste seminário é fundamental, pois o projeto de lei deverá ser votado pelos vereadores.
O presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara de Vereadores, Joberval Bertoldo, destacou que a Câmara de São Luís está engajada na luta pela preservação do rio Anil, ao lado de movimentos da sociedade civil organizada. A Assembléia, através da Comissão de Meio Ambiente, foi convidada a somar forças neste movimento.
( da redação com informações de assessoria)