Maranhão. Censo vai traçar perfil do comércio de São Luís e Barreirinhas.
Pesquisa vai abranger 35 mil empresas do comércio na capital maranhense e na cidade de Barreirinhas, portal de entrada para os Lençóis Maranhenses
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( Brasília-DF, 01/08/2007) A Política Real teve acesso. Dentro de 120 dias os municípios de São Luís, capital do Maranhão, e Barreirinhas, portal de entrada dos Lençóis, a 256 km da capital, passam a contar com estatísticas atualizadas sobre a realidade do comércio, setor mais expressivo da economia do Maranhão.
Os dados estão sendo coletados por meio do Censo Empresarial, que preenche uma lacuna histórica na economia maranhense, ao identificar quem são e onde estão localizados os negócios, o ramo de atividade, número de empregados, regime jurídico, dentre outros dados.
Realizado mediante parceria entre o Sebrae e a Federação do Comércio do Estado do Maranhão (Fecomércio), o Censo está sendo executado pela Fundação Souzândrade, da Universidade Federal do Maranhão, e coordenado pelos professores-doutores Antônio Carlos Leal de Castro e Márcio Vaz. A coleta começou na última sexta-feira (27), no bairro do São Francisco, mais importante pólo comercial de São Luís fora do Centro Histórico.
A idéia é formar um amplo banco de dados empresarial e o cadastro das empresas, com as respectivas atividades, mostrando inclusive opções de negócios que podem ser agregadas para melhoria do desempenho empresarial, acompanhado do levantamento georeferenciado, onde cada empreendimento pesquisado será identificado a partir de coordenadas geográficas.
“Conhecer a realidade das empresas maranhenses – formais ou informais – é fundamental como subsídio para a elaboração de políticas focadas no desenvolvimento empresarial e também para os empresários, apoiando a tomada de decisões no que se refere à expansão dos negócios e à dinamização de suas atividades”, assinalou o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae, Júlio César Noronha.
Nesta primeira etapa serão ouvidas 35 mil empresas – 30 mil em São Luís e 5 mil Barreirinhas. “Esta não é uma simples pesquisa de amostragem. O Sebrae e a Fecomércio esperam obter dados mais precisos e cenários mais complexos, que possibilitem o cruzamento com outros bancos de dados disponíveis, para referendar projeções”, ressaltou o professor-doutor Márcio Vaz.
O Estado do Maranhão concentra 45% do seu Produto Interno Bruto na capital. “Uma amostra de 30 mil micro e pequenas empresas, localizadas em diversos bairros de São Luís, representa uma significativa contribuição para a formatação do perfil empresarial maranhense”, apontou Vaz, confirmando que Sebrae e Fecomércio terão em mãos um poderoso instrumento para planejar suas ações e, com o cruzamento de dados, realizarem projeções ilimitadas.
CONVÊNIO - A assinatura do convênio entre Sebrae e Fecomércio e, posteriormente, do contrato com a Fundação Sousândrade, aconteceu no dia 18 de julho, na sede do Sebrae Maranhão.
Participaram da solenidade, o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae, Júlio Noronha; o superintendente Manoel Pedro Castro; o diretor de Administração e Finanças, José Antônio Pires Fernandes e os técnicos da Unidade de Estratégias e Diretrizes (UED), Luís Genésio Portella e Terezinha Moreira, além do presidente da Fecomércio, José Arteiro da Silva, e da diretora-presidente da Fundação Sousândrade, Maria do Socorro Neiva, que esteve acompanhada pela gerente técnica Sônia Maria Chaves e pelo professor Márcio Vaz.
Para o Sebrae, os dados vão ajudar a melhorar o atendimento aos empresários de micro e pequenos negócios e àqueles que anseiam abrir o seu próprio negócio nos dois municípios. “Baseados em dados concretos, poderemos orientar ainda melhor os nossos clientes, fomentar o empreendedorismo e estimular o desenvolvimento de negócios que estarão espelhados na pesquisa. Depois de São Luís e Barreirinhas, vamos estender a pesquisa para outros municípios, o que nos ajudará a ter uma radiografia mais completa do perfil empresarial do Estado”, assinalou Júlio Noronha.
Para o presidente da Fecomércio, José Arteiro da Silva, o resultado da pesquisa será decisivo para que as entidades empresariais voltadas para as micro e pequenas empresas possam cobrar do poder público, mais efetivamente, políticas e ações para o fortalecimento do comércio e o conseqüente estímulo à formalização.
“Poderemos, ainda, fazer uso dos resultados para conscientizar o empresário de que a informalidade, ao contrário do que ele pensa, não é vantajosa. Os benefícios chegam com mais facilidade a quem é formal, como o acesso a linhas de crédito, por exemplo”, finalizou José Arteiro.
( da redação com informações de assessoria)
Os dados estão sendo coletados por meio do Censo Empresarial, que preenche uma lacuna histórica na economia maranhense, ao identificar quem são e onde estão localizados os negócios, o ramo de atividade, número de empregados, regime jurídico, dentre outros dados.
Realizado mediante parceria entre o Sebrae e a Federação do Comércio do Estado do Maranhão (Fecomércio), o Censo está sendo executado pela Fundação Souzândrade, da Universidade Federal do Maranhão, e coordenado pelos professores-doutores Antônio Carlos Leal de Castro e Márcio Vaz. A coleta começou na última sexta-feira (27), no bairro do São Francisco, mais importante pólo comercial de São Luís fora do Centro Histórico.
A idéia é formar um amplo banco de dados empresarial e o cadastro das empresas, com as respectivas atividades, mostrando inclusive opções de negócios que podem ser agregadas para melhoria do desempenho empresarial, acompanhado do levantamento georeferenciado, onde cada empreendimento pesquisado será identificado a partir de coordenadas geográficas.
“Conhecer a realidade das empresas maranhenses – formais ou informais – é fundamental como subsídio para a elaboração de políticas focadas no desenvolvimento empresarial e também para os empresários, apoiando a tomada de decisões no que se refere à expansão dos negócios e à dinamização de suas atividades”, assinalou o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae, Júlio César Noronha.
Nesta primeira etapa serão ouvidas 35 mil empresas – 30 mil em São Luís e 5 mil Barreirinhas. “Esta não é uma simples pesquisa de amostragem. O Sebrae e a Fecomércio esperam obter dados mais precisos e cenários mais complexos, que possibilitem o cruzamento com outros bancos de dados disponíveis, para referendar projeções”, ressaltou o professor-doutor Márcio Vaz.
O Estado do Maranhão concentra 45% do seu Produto Interno Bruto na capital. “Uma amostra de 30 mil micro e pequenas empresas, localizadas em diversos bairros de São Luís, representa uma significativa contribuição para a formatação do perfil empresarial maranhense”, apontou Vaz, confirmando que Sebrae e Fecomércio terão em mãos um poderoso instrumento para planejar suas ações e, com o cruzamento de dados, realizarem projeções ilimitadas.
CONVÊNIO - A assinatura do convênio entre Sebrae e Fecomércio e, posteriormente, do contrato com a Fundação Sousândrade, aconteceu no dia 18 de julho, na sede do Sebrae Maranhão.
Participaram da solenidade, o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae, Júlio Noronha; o superintendente Manoel Pedro Castro; o diretor de Administração e Finanças, José Antônio Pires Fernandes e os técnicos da Unidade de Estratégias e Diretrizes (UED), Luís Genésio Portella e Terezinha Moreira, além do presidente da Fecomércio, José Arteiro da Silva, e da diretora-presidente da Fundação Sousândrade, Maria do Socorro Neiva, que esteve acompanhada pela gerente técnica Sônia Maria Chaves e pelo professor Márcio Vaz.
Para o Sebrae, os dados vão ajudar a melhorar o atendimento aos empresários de micro e pequenos negócios e àqueles que anseiam abrir o seu próprio negócio nos dois municípios. “Baseados em dados concretos, poderemos orientar ainda melhor os nossos clientes, fomentar o empreendedorismo e estimular o desenvolvimento de negócios que estarão espelhados na pesquisa. Depois de São Luís e Barreirinhas, vamos estender a pesquisa para outros municípios, o que nos ajudará a ter uma radiografia mais completa do perfil empresarial do Estado”, assinalou Júlio Noronha.
Para o presidente da Fecomércio, José Arteiro da Silva, o resultado da pesquisa será decisivo para que as entidades empresariais voltadas para as micro e pequenas empresas possam cobrar do poder público, mais efetivamente, políticas e ações para o fortalecimento do comércio e o conseqüente estímulo à formalização.
“Poderemos, ainda, fazer uso dos resultados para conscientizar o empresário de que a informalidade, ao contrário do que ele pensa, não é vantajosa. Os benefícios chegam com mais facilidade a quem é formal, como o acesso a linhas de crédito, por exemplo”, finalizou José Arteiro.
( da redação com informações de assessoria)