Ceará. Governo do Estado receberá US$ 5 milhões para preservação da caatinga.
A Politica Real teve acesso.
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( Brasília-DF, 02/08/2007) A Política Real teve acesso. O governador do Ceará, Cid Gomes, e o presidente do Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente (Conpam), André Barreto, assinam, nesta quinta-feira ,02, às 10h, no Palácio Iracema, em Fortaleza, convênio de cooperação técnica de doação do Fundo Fiduciário Mundial para o Meio Ambiente, do Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento. Serão empregados um total de US$ 5 milhões na conservação e gestão sustentável do Bioma Caatinga no Ceará. No Estado, os recursos beneficiarão 68 municípios onde o processo de desertificação já é acentuado.
Do projeto, orçado em US$ 23,06 milhões, US$ 10 milhões correspondem a uma Doação do Fundo Mundial, sendo 50% para o estado da Bahia e 50% para o Ceará. As contrapartidas são US$ 6,1 milhões de cada Estado (Bahia e Ceará) e seus parceiros federais e municipais. Já US$ 0,86 milhões serão recursos comunitários.
Desembarcam em Fortaleza para a solenidade de assinatura, a Presidente da Fundação Luiz Eduardo Magalhães, Vera Lúcia de Oliveira Queiroz (executora orçamentária do projeto) e Paulo César Lisboa Cerqueira, Diretor Executivo da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional, empresa executora do projeto.
Segundo a coordenadora do Meio Ambiente do Conpam, Maria Tereza Farias, o projeto teve início há sete anos até chegar a aprovação final do Banco Mundial. “Em seis municípios cearenses (Tauá, Crateús, Quiterianópolis, Parambú, Independência e Arneiroz), haverá ações diretas para proteção dos recursos hídricos, de manejo florestal em unidades de conservação, além da execução de mecanismos de proteção da biodiversidade e recuperação das áreas degradáveis”, destacou.
Serão criados 200 projetos de arranjos produtivos locais, focados no eco-desenvolvimento, sendo 100 para cada Estado. Nos municípios de Aiuaba, Quixadá, Viçosa do Ceará e Granja, será realizadas ações de conservação do meio ambiente, inclusive, na Serra das Almas em Crateús e Olho Dágua do Urucú, em Parambú.
No Ceará estão envolvidos na execução do projeto os seguintes órgãos: Semace, Funceme, Ematerce, Secretarias do Desenvolvimento Agrário e do Planejamento e Gestão e o Ipece.
( da redação com informações de assessoria)
Do projeto, orçado em US$ 23,06 milhões, US$ 10 milhões correspondem a uma Doação do Fundo Mundial, sendo 50% para o estado da Bahia e 50% para o Ceará. As contrapartidas são US$ 6,1 milhões de cada Estado (Bahia e Ceará) e seus parceiros federais e municipais. Já US$ 0,86 milhões serão recursos comunitários.
Desembarcam em Fortaleza para a solenidade de assinatura, a Presidente da Fundação Luiz Eduardo Magalhães, Vera Lúcia de Oliveira Queiroz (executora orçamentária do projeto) e Paulo César Lisboa Cerqueira, Diretor Executivo da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional, empresa executora do projeto.
Segundo a coordenadora do Meio Ambiente do Conpam, Maria Tereza Farias, o projeto teve início há sete anos até chegar a aprovação final do Banco Mundial. “Em seis municípios cearenses (Tauá, Crateús, Quiterianópolis, Parambú, Independência e Arneiroz), haverá ações diretas para proteção dos recursos hídricos, de manejo florestal em unidades de conservação, além da execução de mecanismos de proteção da biodiversidade e recuperação das áreas degradáveis”, destacou.
Serão criados 200 projetos de arranjos produtivos locais, focados no eco-desenvolvimento, sendo 100 para cada Estado. Nos municípios de Aiuaba, Quixadá, Viçosa do Ceará e Granja, será realizadas ações de conservação do meio ambiente, inclusive, na Serra das Almas em Crateús e Olho Dágua do Urucú, em Parambú.
No Ceará estão envolvidos na execução do projeto os seguintes órgãos: Semace, Funceme, Ematerce, Secretarias do Desenvolvimento Agrário e do Planejamento e Gestão e o Ipece.
( da redação com informações de assessoria)