Pernambuco. OAB convocada para atuar em embate entre médicos e governo.
A Piolítica Real teve acesso.
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( Brasília-DF , 01/08/2007) A Política Real teve acesso. A Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Pernambuco foi convocada hoje ,01, para atuar como observadora e possível interlocutora apartidária nas negociações entre as entidades de classe dos médicos servidores estaduais e o governo do Estado na crise que vem causando transtornos para o atendimento médico-hospitalar em Pernambuco. A convocação partiu do Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe), Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam) durante reunião realizada com o presidente da entidade, Jayme Asfora.
A OAB-PE já estará presente à assembléia marcada para às 19h30 de hoje, por meio de sua Comissão de Direitos Humanos. “Pretendemos atuar de forma a garantir que não haja qualquer animosidade entre as partes, até porque, com a atual situação, só quem está perdendo é a população excluída que está com o seu atendimento médico-hospitalar comprometido”, afirmou Jayme Asfora.
A OAB pernambucana também se colocou à disposição para agir como interlocutora nas discussões que vierem a surgir a partir de hoje. Ele, no entanto, fez questão de frisar que a Ordem está solidária com a luta dos médicos, que envolve não só condições remuneratórias, mas também melhores condições de trabalho para garantir um atendimento digno à população. Ainda na opinião do presidente da OAB-PE, é preciso esgotar todas as possibilidades de uma negociação entre médicos e governo antes que mais medidas jurídicas sejam tomadas pelas partes.
( da redação com informações de assessoria)
A OAB-PE já estará presente à assembléia marcada para às 19h30 de hoje, por meio de sua Comissão de Direitos Humanos. “Pretendemos atuar de forma a garantir que não haja qualquer animosidade entre as partes, até porque, com a atual situação, só quem está perdendo é a população excluída que está com o seu atendimento médico-hospitalar comprometido”, afirmou Jayme Asfora.
A OAB pernambucana também se colocou à disposição para agir como interlocutora nas discussões que vierem a surgir a partir de hoje. Ele, no entanto, fez questão de frisar que a Ordem está solidária com a luta dos médicos, que envolve não só condições remuneratórias, mas também melhores condições de trabalho para garantir um atendimento digno à população. Ainda na opinião do presidente da OAB-PE, é preciso esgotar todas as possibilidades de uma negociação entre médicos e governo antes que mais medidas jurídicas sejam tomadas pelas partes.
( da redação com informações de assessoria)