Nordeste e Operação Navalha. Déda divulga nota negando qualquer envolvimento com o escândalo da hora.
A Política Real acompanhou.
Publicado em
( Brasília-DF, 23/05/2007) A Política Real teve acesso. O governador do Sergipe, Marcelo Déda, divulgou nota rebatendo informações de que ele estaria envolvido no escândalo da hora provocado pela Operação Navalha. Como se sabe o filho de seu adversário na eleição do ano passado, João Alves Filho, foi preso.
Confira a íntegra da carta abaixo.
“ Em texto publicado na edição de hoje, 23 de maio, desse jornal( A Folha de São Paulo), publica-se uma arte que ilustra a referida reportagem intitulada "Os políticos na navalha", contendo grave equívoco que atinge a imagem do Governador do Estado de Sergipe, Marcelo Déda, e agrava a sua honra. Diferente do texto "Investigados citam 3 governadores do PT", na mesma página da Folha, a arte, publicada com destaque, exibe a foto do Governador de Sergipe e as de outros políticos, induzindo o leitor a acreditar que todos os ali exibidos estão envolvidos com o esquema descoberto pela Polícia Federal através da operação Navalha. Pior, declara, textualmente que houve recebimento de "dinheiro do esquema" e que o governador Marcelo Déda é suspeito de tê-lo recebido das mãos do Vice-Governador Belivaldo Chagas. A frase tem nítido teor calunioso e afronta a realidade dos fatos, os dados constantes dos documentos relativos à investigação, aos quais a Folha informa que teve acesso, e conflita-se absolutamente com o teor da reportagem.
É fundamental esclarecer que o Governador Marcelo Déda não é "suspeito" de nenhuma prática delituosa, não foi indiciado nem está sendo objeto de tal investigação. Mesmo nas informações publicadas no corpo da matéria pela Folha, tendo por fonte, segundo a reportagem, documentos sigilosos da Polícia Federal, não se encontra base para tal ilação: o texto refere-se a diálogos onde o nome do governador é citado por terceiros sem qualquer referência a práticas delituosas, quanto mais como destinatário de dinheiro de qualquer esquema criminoso.
Se os repórteres observassem o contexto do documento e o apresentassem aos leitores, ficaria evidente as reclamações e as queixas dos indiciados ouvidos através do "grampo" da PF. Em vários momentos fica evidente que a reunião que o Sr. Flávio Conceição pretendia ter, jamais se realizou; que o referido Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe afirma ter agido dentro daquela corte para impedir auditoria que o Governador determinara nos contratos da Companhia de Saneamento de Sergipe (DESO, 1); que o atual governador é comparado ao anterior e criticado por não ter "operadores"; que Secretários do Governo de Sergipe, atual administração, são chamados de "incompetentes" e "rodas-presas", verdadeiras "tragédias", sendo o governo classificado como "travado". Tudo isso em razão dos grandes obstáculos e pelas dificuldades concretas que encontraram para continuar agindo sob a nova administração.
O governador Marcelo Déda, que foi prefeito de Aracaju por cinco anos e nunca teve a Gautama como contratada, jamais autorizou o vice-governador, ou qualquer secretário, servidor ou cidadão, a utilização do seu nome para quaisquer tratativas, conversas ou negócios envolvendo contratos ou interesses da administração pública. Se alguém o fez pretendeu exibir liberdades e intimidades que o Chefe do Executivo não lhe tinha deferido.Os negócios do estado são tratados dentro das normas legais e sob os princípios e regras do controle interno.
Por oportuno, e considerando o dano inestimável causado pela mencionada abordagem à imagem e à honra do homem público e do cidadão Marcelo Déda Chagas, solicitamos a devida correção com o mesmo destaque da informação equivocada.”
( da redação com informações de assessoria)
Confira a íntegra da carta abaixo.
“ Em texto publicado na edição de hoje, 23 de maio, desse jornal( A Folha de São Paulo), publica-se uma arte que ilustra a referida reportagem intitulada "Os políticos na navalha", contendo grave equívoco que atinge a imagem do Governador do Estado de Sergipe, Marcelo Déda, e agrava a sua honra. Diferente do texto "Investigados citam 3 governadores do PT", na mesma página da Folha, a arte, publicada com destaque, exibe a foto do Governador de Sergipe e as de outros políticos, induzindo o leitor a acreditar que todos os ali exibidos estão envolvidos com o esquema descoberto pela Polícia Federal através da operação Navalha. Pior, declara, textualmente que houve recebimento de "dinheiro do esquema" e que o governador Marcelo Déda é suspeito de tê-lo recebido das mãos do Vice-Governador Belivaldo Chagas. A frase tem nítido teor calunioso e afronta a realidade dos fatos, os dados constantes dos documentos relativos à investigação, aos quais a Folha informa que teve acesso, e conflita-se absolutamente com o teor da reportagem.
É fundamental esclarecer que o Governador Marcelo Déda não é "suspeito" de nenhuma prática delituosa, não foi indiciado nem está sendo objeto de tal investigação. Mesmo nas informações publicadas no corpo da matéria pela Folha, tendo por fonte, segundo a reportagem, documentos sigilosos da Polícia Federal, não se encontra base para tal ilação: o texto refere-se a diálogos onde o nome do governador é citado por terceiros sem qualquer referência a práticas delituosas, quanto mais como destinatário de dinheiro de qualquer esquema criminoso.
Se os repórteres observassem o contexto do documento e o apresentassem aos leitores, ficaria evidente as reclamações e as queixas dos indiciados ouvidos através do "grampo" da PF. Em vários momentos fica evidente que a reunião que o Sr. Flávio Conceição pretendia ter, jamais se realizou; que o referido Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe afirma ter agido dentro daquela corte para impedir auditoria que o Governador determinara nos contratos da Companhia de Saneamento de Sergipe (DESO, 1); que o atual governador é comparado ao anterior e criticado por não ter "operadores"; que Secretários do Governo de Sergipe, atual administração, são chamados de "incompetentes" e "rodas-presas", verdadeiras "tragédias", sendo o governo classificado como "travado". Tudo isso em razão dos grandes obstáculos e pelas dificuldades concretas que encontraram para continuar agindo sob a nova administração.
O governador Marcelo Déda, que foi prefeito de Aracaju por cinco anos e nunca teve a Gautama como contratada, jamais autorizou o vice-governador, ou qualquer secretário, servidor ou cidadão, a utilização do seu nome para quaisquer tratativas, conversas ou negócios envolvendo contratos ou interesses da administração pública. Se alguém o fez pretendeu exibir liberdades e intimidades que o Chefe do Executivo não lhe tinha deferido.Os negócios do estado são tratados dentro das normas legais e sob os princípios e regras do controle interno.
Por oportuno, e considerando o dano inestimável causado pela mencionada abordagem à imagem e à honra do homem público e do cidadão Marcelo Déda Chagas, solicitamos a devida correção com o mesmo destaque da informação equivocada.”
( da redação com informações de assessoria)