Bahia.
PFL deu destaque aos seus governadores nordestinos; Governo Paulo Souto teria reduzido desigualdades sociais.
( Brasília-DF, 23/12/2005) O site do PFL aproveitou o dia de calmaria e de recesso das festas de fim de ano para divulgar no seu site, que é editado e coordenado aqui na Capital Federal , os seus governadores nordestinos. O governador Paulo Souto(BA) apesar de estar em litígio com o Governo Federal face a “integração de bacias” não chegou ao nível da disputa conduzida pelo governador João Alves, do Sergipe. A Bahia preferiu
Segundo o site o governador da Bahia, Paulo Souto (PFL), destacou a diminuição da desigualdade social no Estado e o crescimento econômico acima da média brasileira alcançado pela Bahia, como um dos principais feitos da sua administração em 2005. O governador criticou, em entrevista a uma emissora de televisão da Bahia, nesta semana, o “isolamento” do Estado em alguns projetos do governo federal e destacou as obras de melhoria da malha viária que estão sendo executadas pelo governo estadual.
“Nós temos algumas coisas importantes para comemorar. Depois de dois anos crescendo mais que o dobro do Brasil, a Bahia vai continuar crescendo mais. Isso prova que o estado tem um projeto próprio de desenvolvimento que está permitindo que ele cresça, como cresceu nesses dois anos, em nível mais parecido com os países asiáticos do que com o Brasil”, disse o governador. Souto destacou que esse crescimento significa mais emprego e resulta da atração de novos empreendimentos que ativam a economia.
O governador pefelista reconheceu que há muito a ser feito na área social, mas destacou algumas melhorias já alcançadas. “Nós temos problemas na área social, mas os últimos dados do IBGE mostraram uma queda substancial no índice de analfabetismo, uma queda substancial na taxa de mortalidade infantil”, afirmou.
Outro dado animador revelado por Paulo Souto foi a redução da desigualdade social na Bahia, que apresenta um índice menor do que a média brasileira. “Nós reduzimos o número de famílias sem renda ou com renda abaixo de um salário mínimo e crescemos muito o número de famílias com renda acima de dois salários e cinco salários”, comemorou Souto.
( da redação com informações do PFL)