Nordeste e o PIB.
Criado em 2001, Luís Eduardo Magalhães( BA) já tem 1 por cento do PIB baiano; Das 100 cidades de menor PIB, 73 estão no Maranhão.
( Brasília-DF, 18/11/2005) Dentre os 53 municípios instalados em 2001, o de Luís Eduardo Magalhães (BA) tinha, em 2003, a maior participação no PIB nacional (0,06%) e também a maior fatia relativa à renda estadual (1,2% do PIB baiano). Foi também a cidade nova que teve maior ganho de participação no PIB entre 2001 e 2003, impulsionado pela produção de soja e um diversificado parque industrial de alimentos.
A agricultura (soja e milho) também era, em 2003, a principal atividade econômica de Santo Antônio do Leste e Santa Rita do Trivelato, municípios novos de maior participação em Mato Grosso. De uma forma geral, os 53 novos municípios foram responsáveis, em 2001, por 0,17% e, em 2003, por 0,22% do PIB brasileiro. Essas cidades reuniam, em 2003, 0,20% da população total.
Indústria forte e população reduzida dão impulso a PIB per capita municipal-
Os municípios que apresentavam os dez maiores PIB per capita do país em 2003 eram São Francisco do Conde (BA), Triunfo (RS), Quissamã (RJ), Paulínia (SP), Carapebus (RJ), Rio das Ostras (RJ), Porto Real (RJ), Armação dos Búzios (RJ), Cascalho Rico (MG) e Macaé (RJ). Os três primeiros mantêm essas posições desde 2000.
Em São Francisco do Conde está instalada uma refinaria, que, em 1999, teve suas instalações ampliadas. Triunfo é sede de um pólo petroquímico importante e tem baixa densidade populacional. Quissamã, Carapebus, Rio das Ostras, Armação dos Búzios e Macaé ascenderam por causa de elevadas parcelas dos royalties do petróleo e gás natural e, com exceção de Macaé, têm baixa concentração populacional. Já em Porto Real, também de pequeno porte populacional, houve um grande crescimento da indústria automobilística a partir de 2001. Em Paulínia está a refinaria com a maior capacidade instalada de produção de barris do país (360 mil barris/ dia). Cascalho Rico tem a terceira maior hidrelétrica de Minas Gerais, que gera aproximadamente 10% da energia estadual, e uma unidade industrial de resfriamento, preparação e fabricação de derivados do leite. Tem também baixa concentração populacional.
O menor PIB per capita do país é o de Bacuri (MA): R$ 697,04. Das cidades com os 100 menores PIBs per capita, 73 estão no Maranhão; 10, no Piauí; 6, na Bahia; 5, em Alagoas; 4, no Pará; e 2, em Tocantins.
Entre as capitais, Vitória tem o maior PIB per capita, seguida por Brasília, Manaus, São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Vitória e Brasília ocupam a mesma posição por toda a série.
( da redação com informações do IBGE)