Donald Trump, mesmo com Estreito de Ormuz fechado, disse em pronunciamento nacional em TV que "ss Estados Unidos estão vencendo, vencendo como nunca"
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Com agências
(Brasília-DF, 01/04/2026). Na noite desta quarta-feira, 1º, em pronunciamento em redes de TV o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o país está "se aproximando da conclusão" de seus objetivos militares na guerra contra o Irã e prometeu "terminar o trabalho" no curto prazo.
No discurso, ele descreveu vitórias "rápidas, decisivas e avassaladoras" na guerra contra o Irã, incluindo a morte de altos líderes iranianos e uma capacidade "dramaticamente reduzida" de lançar mísseis e drones.
"Os Estados Unidos estão vencendo, vencendo como nunca", acrescentou na declaração, pouco mais de um mês no início do conflito.
O presidente americano afirmou que a capacidade do Irã de lançar mísseis e drones foi drasticamente reduzida. "A Marinha do Irã acabou, sua força aérea está em ruínas, seus líderes, a maioria deles… estão agora mortos", disse.
Mas ele afirmou que a mudança de regime não era o objetivo dos americanos. "Nunca dissemos mudança de regime, mas ela ocorreu por causa da morte de todos os líderes originais. Eles estão todos mortos. O novo grupo é menos radical e muito mais razoável."
Trump também falou sobre a produção de petróleo dos Estados Unidos e da Venezuela, afirmando que os EUA não precisam de petróleo do exterior.
Ele disse que os países que dependem de petróleo do Oriente Médio devem agora assumir a liderança para manter aberto o Estreito de Ormuz.
Os envios de energia a partir do Golfo praticamente pararam depois que o Irã retaliou os ataques dos EUA e de Israel ao ameaçar atacar embarcações que tentem atravessar o Estreito de Ormuz — uma via marítima crucial para o comércio global .
Trump afirmou: "Aos países que não conseguem obter combustível — muitos dos quais se recusaram a se envolver na decapitação do Irã… criem um pouco de coragem tardia, vão até o estreito e simplesmente tomem o controle. Protejam-no".
O presidente americano também defendeu que esses países passem a comprar petróleo dos Estados Unidos.
Com menção rápida à Venezuela, que ele já disse diversas vezes no passado ser um modelo para operações militares dos EUA no exterior, ele afirmou que a operação em janeiro no país sul-americano foi uma ação rápida, "violenta" e que deixou um governo favorável no poder.
( da redação com informações de agências Edição: Política Real