Lula, em Copacabana, falando para multidão convoca população a impedir a chegada de seu adversário ao Palácio do Planalto
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(Brasília-DF, 24/10/2026) Nesta véspera de eleição presidencial em segundo turno o presidente Luíz Inácio Lula da Silva( PT), candidato à reeleição, cumpriu agenda na cidade do Rio de Janeiro(RJ).
Lula convocou a população a impedir a chegada de seu adversário ao Palácio do Planalto e alertou para os riscos que a eleição representa para a democracia, a liberdade e a soberania nacional.
Durante ato em Copacabana, diante de mais de um milhão de pessoas, segundo a contabilidade da prefeitura, Lula destacou a mobilização popular no segundo turno, defendeu a continuidade das mudanças promovidas por seu governo e afirmou que o Brasil não aceitará se submeter aos interesses de outros países.
“A gente não pode levar o miliciano para dentro do Palácio do Planalto. Não é possível que a gente não consiga convencer a sociedade brasileira do risco que a democracia corre, do risco que a liberdade corre e do risco que as pessoas de bem nesse país correm”, afirmou.
Em um dos atos finais de sua trajetória política numa campanha eleitoral, o presidente Lula convocou a população a impedir a chegada de seu adversário ao Palácio do Planalto e alertou para os riscos que a eleição representa para a democracia, a liberdade e a soberania nacional.
Durante ato em Copacabana, no Rio de Janeiro, neste sábado (24), diante de mais de um milhão de pessoas, segundo a contabilidade da prefeitura, Lula destacou a mobilização popular no segundo turno, defendeu a continuidade das mudanças promovidas por seu governo e afirmou que o Brasil não aceitará se submeter aos interesses de outros países.
Prefeitura do Rio fala de 1 milhão erm Copacabama
“A gente não pode levar o miliciano para dentro do Palácio do Planalto. Não é possível que a gente não consiga convencer a sociedade brasileira do risco que a democracia corre, do risco que a liberdade corre e do risco que as pessoas de bem nesse país correm”, afirmou.
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Lula também defendeu a continuidade dos investimentos e das obras públicas como parte do projeto de reconstrução nacional. De acordo com o presidente, o governo trabalha para consolidar uma perspectiva de futuro para o país e seguirá executando projetos que atendam às necessidades da população, independentemente da filiação partidária dos gestores municipais. “Nós levamos quase três anos para reconstruir o país, para apresentar agora uma proposta concreta de que o país tem um futuro muito promissor e muito garantido. E nós vamos fazer todas as obras que estão encomendadas, todas, sem distinção”, declarou.
O presidente reforçou que a execução de obras deve ser orientada pelo interesse público, e não por disputas partidárias. “Eu não vou perguntar o que o prefeito votou, de que partido ele é, o projeto é bom, o projeto tem consistência, o povo aceita, a gente vai fazer as obras”.
( da. Redação com informações de assessoria. Edição: Política real)