Papa Leão XIV, após anunciar cirurgia, chegou hoje ao Hospital Gemelli para a cirurgia de remoção do nódulo no pulmão; ele deverá ficar uma semana internado
Veja mais
Publicado em
Com Vatican News
(Brasília-DF, 13/10/2026) Depois de anunciar em fala durante o Angelus, na Praça de São Pedro, no domingo, 11, que iria se submeter a uma cirurgia no pulmão face a nódulo identificado, o Papa XIV, chegou sob plausos, gritos e demonstrações de carinho às 13h07, hora de Roma,ao Hospital Gemelli para a cirurgia de remoção do nódulo no pulmão.
As pessoas aglomeradas do lado de fora e dentro da instituição, desde o início da manhã, desejam ao Pontífice uma rápida recuperação. A reitora da Universidade Católica, Beccalli: “nós o acompanhamos com oração e profunda gratidão pelo seu magistério, que nos exorta a colocar no centro a dignidade de cada pessoa e a construir o diálogo e a paz”.
Uma exclamação coletiva partiu da entrada externa do Hospital Gemelli, de Roma, que ecoou até a praça onde o sol forte torna ainda maior a sombra da famosa estátua de João Paulo II. “Lá está ele, lá está ele, ele chegou!”.
O Papa Leão XIV será submetido a uma cirurgia para remoção de um nódulo circunscrito no pulmão e onde, segundo as previsões atuais, permanecerá internado por cerca de uma semana.
A entrada pública do Papa no hospital, assim como o próprio anúncio feito no Angelus do último foi um evento público que causou surpresa coletiva e despertou um forte sentimento de ternura por um homem que não escondeu sua fragilidade física e se confiou às orações de todos.
As pessoas — centenas delas — aglomeradas no Gemelli, que aguardavam o Pontífice desde as primeiras horas da manhã, falaram de “ternura”, de fato, e também de “emoção”, mas não de “preocupação”. Ninguém havia dado previsões sobre o horário de chegada, nem havia certeza quanto ao trajeto. Apenas suspiros contínuos a cada sirene da polícia e os olhos fixos no céu: “Ah, mas ele não deveria vir de helicóptero?”, pergunta uma senhora. E, de fato, um helicóptero apareceu sobre a praça quando a comitiva de carros de segurança atravessou os portões do Gemelli, desviando a atenção do carro escuro com o Papa a bordo, que chegou poucos minutos depois de sair do Vaticano, às 12h57.
Do céu ou da terra, não importa. O que importa é fazer com que Leão se sinta acolhido e apoiado neste momento. As pessoas atrás das fitas brancas e vermelhas da polícia ou espreitando pelas janelas e varandas, acenando com as mãos e com seus smartphones, querem dizer: “boa sorte”, “ânimo”, “estamos rezando por você”, “olá, Leão”, “viva o Papa”. “Você vai vencer esta batalha”, exclama Francesca Romana, em cadeira de rodas, enrolada em um cobertor de lã. “Sou estudante da Universidade Católica e não podia deixar de estar aqui para saudar o Santo Padre”, diz Aurora, em chamada de vídeo com a família durante a passagem do Papa.
( da redação com informações da Vatican News. Edição: Política Real)