31 de julho de 2025
TARIFAÇO

Lula, na véspera do tarifaço, fala que o “Brasil não se entrega”

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Por Política Real com redes sociais
Publicado em
Lula em fala nas redes sociais Foto: imagem de streaming

(Brasília-DF, 21/07/2026) Nesta terça-feira, 21, véspera do dia em que começam a valer a tarifa extra de 25 sobre, em torno, de 3 mil produtos brasileiros que são habitualmente vendidos, exportados, pelo Brasil ao Estados Unidos, a partir de iniciativa do Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR) com base na seção 301 do Código de Comércio dos Estados Unidos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma postagem em sua conta no Instagram, falando que o “Brasil não se entrega”.

“Hoje nada é mais sagrado do que a defesa da soberania nacional. Precisamos fazer com que o povo brasileiro sinta orgulho. Aqui nós erramos por nós. Acertamos por nós. E aqui ninguém diz o que vamos fazer. O Brasil não se entrega.”, disse.
 

Açòes

O governo federal iniciou nesta hoje reuniões com setores da economia afetados pelatarifaço de 25% anunciada pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, conforme publicado pelo g1.

O objetivo é avaliar os impactos da medida e definir ações de apoio às empresas.

Os encontros estão sendo coordenados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), com participação do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro da Fazenda, Dario Durigan.

Entre os setores apontados como mais afetados estão madeira, máquinas e equipamentos elétricos, móveis, produtos cerâmicos, calçados e açúcar.

Plano Brasil Soberano

O governo pretende ampliar o Plano Brasil Soberano, criado para apoiar empresas atingidas por tarifas internacionais, e avaliar novas medidas para reduzir os efeitos da cobrança sobre exportadores brasileiros.

Segundo o governo, cerca de 18% das exportações do Brasil para os Estados Unidos devem ser afetadas pelo novo tarifaço.

Durigan afirmou que o país já possui mecanismos para proteger empresas e empregos.

O ministro também afirmou que, apesar dos impactos esperados em alguns segmentos, a medida não deve comprometer a atividade econômica brasileira como um todo.

( da redação com redes sociais e agências. Edição: Política Real)