Rússia faz ataque com drones e misseis na Ucrânia com foco em Kiev e teria morto no mínimo 13 pessoas.
Veja mais
Publicado em
Com agências.
(Brasília-DF, 02/07/2026). Nesta manhã de quinta-feira, 2, a Rússia atacou a Ucrânia atacou com um total de 496 drones e 74 mísseis, incluindo 24 mísseis balísticos, segundo informou a Força Aérea ucraniana em seu relatório sobre o bombardeio.
O principal alvo do ataque foi mais uma vez a cidade de Kiev, onde as autoridades relataram a morte de 13 pessoas, de acordo com o balanço provisório divulgado nas redes sociais pelo Serviço de Emergência da Ucrânia.
As explosões dos impactos e interceptações pelas defesas aéreas ucranianas ecoaram por toda a cidade nas primeiras horas do dia.
"Impactos diretos em ao menos 20 prédios em Kiev"
O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, relatou em seu canal no Telegram danos materiais a prédios residenciais e outras infraestruturas civis em cinco distritos da capital. Ele também informou que o número de pacientes hospitalizados chegou a 70.
A primeira-ministra ucraniana, Yulia Svyrydenko, disse no Telegram que pelo menos 20 edifícios residenciais sofreram impactos diretos na capital ucraniana durante o ataque russo.
Em todo o país, pelo menos 25 mísseis e 12 drones que não foram interceptados atingiram 33 locais diferentes da Ucrânia não especificados pela Força Aérea, que também relatou a queda de fragmentos de drones em outros 18 pontos.
A Força Aérea acrescentou que está determinando o que ocorreu com o restante dos mísseis não interceptados.
Alerta de Zelenski
O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, havia alertado no dia anterior que a Rússia estava preparando um ataque massivo e pediu à população que não ignorasse as sirenes de ataque aéreo e que se abrigasse em locais seguros quando elas soassem.
A Rússia vinha atacando a Ucrânia há vários dias com um número incomumente baixo de drones e mísseis, levando alguns observadores a suspeitar que estivesse estocando armas para lançar outro grande ataque como o da manhã desta quinta-feira.
( da redação com informações da DW. Edição: Política Real)