31 de julho de 2025
NOVA GUERRA

Comando Central do Exército dos EUA (Centcom) suspende bloqueio marítimo ao Irã

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Por Politica Real com agências
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Imagem do símbolo do Centcom. Foto: X do CENTCOM

Com agências

(Brasília-DF, 18/06/2026)_Nesta quinta-feira, 18, o Comando Central do Exército dos EUA (Centcom) afirmou ter suspendido o bloqueio ao tráfego marítimo de e para o Irã.

"As forças americanas não estão impedindo o trânsito de embarcações de ou para portos iranianos no Golfo Pérsico e no Golfo de Omã", publicou o Centcom em sua conta oficial no Twitter.

O Centcom também afirmou que seus navios permanecerão na área geral do Irã para garantir o cumprimento do acordo de Washington com Teerã.

Cessar fogo total

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse esperar que todos os lados respeitem o acordo com o Irã e cessem as hostilidades.

"Esperamos um cessar-fogo total em todas as frentes, incluindo Líbano, Hezbollah e Israel", publicou Trump em sua conta no Truth Social, acrescentando que Washington está "comprometido com a paz".

Segundo o líder americano, todos os países do Oriente Médio devem "manter seu compromisso" de permitir que as negociações com o Irã "se desenrolem de forma harmoniosa".

Mais cedo

Donald Trump defendeu o acordo provisório com o Irã nestaa quinta-feira, após assiná-lo durante a madrugada.

"Esses tolos, que acham que eu não fui duro o suficiente com o Irã, quando o mercado de ações acaba de atingir um recorde histórico e os preços do petróleo estão despencando, são invejosos, pessoas más ou estúpidos", disse o presidente em sua plataforma Truth Social.

A declaração vem após alguns comentaristas conservadores e até mesmo membros do próprio partido republicano de Trump se manifestarem contra o acordo, particularmente em comparação com o acordo nuclear com o Irã de 2015, firmado pelo ex-presidente Barack Obama.

O senador do Texas, Ted Cruz, um potencial candidato à presidência em 2028, disse: "Acho que o presidente, infelizmente, está recebendo maus conselhos".

Outro senador republicano, Bill Cassidy, da Louisiana, descreveu o acordo como o "pior erro de política externa em décadas".

"As ambições nucleares do Irã não foram contidas, e eles aprenderam que ameaçar o Estreito de Ormuz funciona", disse Cassidy.

( da redação com informações da AP, AFP, DW. Edição: Política Real)