COMENTÁRIO DO DIA: O poder da caneta presidencial
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(Brasília-DF, 1305/2026) A manhã começou com 18ºC e deverá chegar a 27ºC. O dia começou nublado, mas não há expectativa de chuvas.
Haverá sessão na Câmara dos Deputados e nas comissões.
Haverá sessão no plenário do Senado e nas comissões.
As duas casas estão, na prática, esvaziadas com várias lideranças políticas em Nova York, nos Estados Unidos, por conta da “Brazilian Week”. A semana começou com Industry Day, depois vieram evento realizados pelo Grupo Esfera, Lide, vários outros bancos e hoje começa o Summit Brazil-EUA.
Por outro lado, o mundo de olho no encontro mais tarde entre Donald Trump e Xi Jinping.
Os mercados estão ligados em tudo isso. Vamos ver se o dólar vai ficar onde está, em baixo e a bolsa represada!
No Judiciário, haverá sessões nos plenários tanto do STF como do STJ, nessa pós-posse de Nunes Marques e André Mendonça no TSE.
E o que mais?!
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COMENTÁRIO
Muito se fala da perda de poder do Governo Federal frente ao crescimento de poder do Legislativo, que o diga os R$ 61 bilhões que essa turma terá este ano em emendas orçamentárias, mas aqui pra nós o poder da caneta presidencial ainda é impressionante.
Ontem, Lula anunciou um plano para enfrentar o crime organizado e assinou MP que acaba com a chamada taxa das blusinhas. O que isso representa?
Parte do plano contra o crime organizado terá, para agora, R$ 324 milhões para “desarrumar”, se assim se pode dizer, os escritórios do crime nas penitenciárias que poderá instalar bloqueadores de celular em até 138 prisões estaduais. Pode parecer pouco dinheiro, mas se compra bloqueadores até por R$ 2 milhões.
Historicamente, os bandidos tem horror a isso. Se o Governo Federal tiver estoque desses bloqueadores se prepare para o tamanho da confusão. Poderão haver rebeliões nos presídios.
O fim da taxa das blusinhas faltando 30 dias para Copa do Mundo, um mês de consumo, vai ser uma festa para mocinhas e jovens que promete aumentar em R$ 3 bilhões o consumo.
Dizem que vem mais por aí. O poder eleitoreiro da caneta presidencial ainda é muito grande.
Todo mundo fala mal da reeleição, mas ninguém acaba com ela!
Foi Genésio Araújo Jr, de Brasília
( da redação)