31 de julho de 2025
BANCO MASTER

Ciro Nogueira, agora nas redes sociais, explica o Caso Banco Master, diz que suas empresas movimentam R$ 400 milhões, que exige ampla investigação e vai reapresentar a “Emenda Master” que desagrada os grandes bancos

"Por que começar esta operação por um líder da oposição?", pergunta Ciro Nogueira

Por Política Real com redes sociais
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(Brasília-DF, 12/06/2026) O senador Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do Partido Progressistas, dessa vez nas redes sociais, fez uma manifestação explicado o tal Caso Banco Master que lhe atingiu a partir da 5ª fase da Operação Compliance Zero que cumpriu buscas e apreensões contra ele e que envolveu seus parentes e empresas. A manifestação foi publicada nas redes sociais nesta manhã do dia 12 de maio.

Ciro Nogueira questionou porque essa medida se deu justamento contra ele, o líder da Oposição e de um grande partido. Ele disse que espera ampla investigação,  diz que nada vai ser provado contra ele.

Ele defendeu que vai reapresentar a chamada “Emenda Master”, pois a reparação aos investidores que podem ser atingidos em crise do mercado financeiro deve ser efetivamente reajustada.

Ciro explica que suas empresas tem faturamento e que atua com fluxo de recursos altos.

“ E tem mais. Meu pai construiu uma empresa com muito sacrifício. E, graças a Deus, ela tem muito sucesso.

Agora, inventário que recebia ilegalmente valores por meio dessas empresas. Valores que não chegam sequer a 1% do seu faturamento anual. Não chega a 0,5% do faturamento em dois anos.

Outro absurdo. Nós temos uma rede concessionária de motocicletas que fatura em torno de R$ 400 milhões por ano. E me acuso de depósito de R$ 3 milhões nessa empresa.

Isso é absolutamente comum em uma empresa dessas. Muitas peças de serviço são pagos em dinheiro. Tudo com nota fiscal.”, disse.

Ciro disse que vai reapresentar a tal “Emenda Master” e explica:

“A famosa emenda master, que corrige o fundo garantidor. Primeiro ponto. É mentira que esta emenda foi publicada na íntegra conforme foi recebida.

Este fundo é completamente privado. Quem financia o fundo são os bancos. Não é a União.

Não tem recursos públicos. Até hoje, ninguém veio a público explicar porque este valor não é corrigido há 13 anos. 13 longos anos.

Sendo que isso só beneficia quem? Os grandes bancos e a concentração bancária em nosso país. Afinal de contas, o fundo garante quem? Os bancos? Não, minha gente. Este fundo garante os correntistas. “, disse

 

Veja a íntegra da manifestação:

 

Por que começar esta operação por um líder da oposição? Em 2018, dez dias antes das eleições, eu fui alvo de uma operação da Polícia Federal igual a que aconteceu na semana passada aqui em Brasília. Na época, me acusaram falsamente de coisas muito graves. Receber malas de dinheiro de um empresário, atuar no Congresso em defesa de uma construtora, receber caixa dois.

 

Passaram dias repercutindo matérias repetidas, sem parar, pela imprensa. A investigação correu, quebraram sigilos, buscaram provas e a conclusão do inquérito foi essa. A PGR não viu elementos suficientes para sustentar a acusação, nem indícios mínimos.

 

Também concluíram que não foram comprovadas as alegações. Infelizmente, meu trabalho falou mais alto. E eu fui reeleito o senador mais votado do Piauí naquele ano.

 

Agora que a história se repete, eu vim aqui trazer algumas informações muito importantes. Sobre as acusações que estou sendo vítima, eu posso garantir. Nunca recebi nenhum valor ilícito ou cometi qualquer irregularidade, que seja, neste caso, em qualquer outro.

 

E tem mais. Meu pai construiu uma empresa com muito sacrifício. E, graças a Deus, ela tem muito sucesso.

 

Agora, inventário que recebia ilegalmente valores por meio dessas empresas. Valores que não chegam sequer a 1% do seu faturamento anual. Não chega a 0,5% do faturamento em dois anos.

 

Outro absurdo. Nós temos uma rede concessionária de motocicletas que fatura em torno de R$ 400 milhões por ano. E me acuso de depósito de R$ 3 milhões nessa empresa.

 

Isso é absolutamente comum em uma empresa dessas. Muitas peças de serviço são pagos em dinheiro. Tudo com nota fiscal.

 

Tudo descrito em contabilidade, que uma auditoria pode ser feita por quem quiser. Tudo que eu quero é que a polícia investigue. Investigue com isenção.

 

E que o judiciário julgue da mesma forma. Mas eu confesso que tem uma coisa que me causou muita estranheza. Por que começar esta operação por um líder da oposição? Agora eu queria tocar em outro ponto central.

 

A famosa emenda master, que corrige o fundo garantidor. Primeiro ponto. É mentira que esta emenda foi publicada na íntegra conforme foi recebida.

 

Este fundo é completamente privado. Quem financia o fundo são os bancos. Não é a União.

 

Não tem recursos públicos. Até hoje, ninguém veio a público explicar porque este valor não é corrigido há 13 anos. 13 longos anos.

 

Sendo que isso só beneficia quem? Os grandes bancos e a concentração bancária em nosso país. Afinal de contas, o fundo garante quem? Os bancos? Não, minha gente. Este fundo garante os correntistas.

 

250 mil reais não é um valor pequeno. Mas muitas pequenas empresas, muitas pessoas que têm poupança de uma vida inteira, pode ser superior a isto. E no caso de o banco quebrar, elas serão penalizadas.

 

O que causa escândalo em um banco não é o FGC. É a falta de fiscalização. Quem tem que fiscalizar é o Banco Central.

 

E quem indica os diretores do Banco Central é o Presidente da República. E é ele que tem que ser cobrado por isso. O Master não foi o único banco brasileiro que deu problema.

 

Ninguém mais se lembra do Bamerim, do Banco Econômico, Banco Santos e tantos outros. Quem socorreu a população nesses momentos? Diante disso, eu tomei a decisão de reapresentar agora a emenda corrigindo o valor do FGC, que pela verdade era selic, que ele está acima de 840 mil reais. Agora não existe mais Banco Master.

 

Eu quero ver qual é a desculpa que os grandes bancos vão utilizar para negar esta proteção aos correntistas brasileiros. Nós que estamos na política entendemos por que certas coisas acontecem. No meu estado, que é governado pelo PT, a polícia que o PT comanda fez uma operação vinculada a um carbono oculto, a chamada Carbono 86.

 

Também tentaram vincular de todas as formas o meu nome, mas nada conseguiram. Essas coisas não surgem por acaso. Acontece porque estamos no ano eleitoral.

 

As questões técnicas e as provas estão em segundo plano para eles. Mas agora eu quero mandar um recado muito claro para o mais importante, que é o povo do Piauí. Há 24 anos nós estamos vivendo um pesadelo.

 

Duas décadas e meias de um governo que não trouxe nenhuma indústria para nosso estado, não resolveu o problema de segurança e deixou sucateada nossas escolas e a nossa saúde. Eu não sou um senador de oposição ao estado. Eu sou um senador de posição.

 

A minha posição foi e continuará sendo trabalhar politicamente para fortalecer nossos municípios, melhorar a vida das pessoas. Meu trabalho é garantir recursos que mudam o nosso estado. E isso é o que eu vou continuar fazendo até o fim.

 

Eu sei que isso incomoda. Incomoda lá, incomoda aqui. Mas se alguém imagina que esse tipo de perseguição vai me intimidar de alguma maneira, eu quero deixar bem claro.

 

O povo não é bobo. Os Piauíenses sabem distinguir muito bem o que é errado do que é certo. Eu sempre andei no caminho das coisas corretas, porque a coisa mais correta que se tem na vida pública é fazer o bem para o povo.

 

Acusações? Todos os políticos, em algum grau, já sofreram. Ainda mais o presidente de um grande partido com muita influência, como é o meu caso. Eu não serei o primeiro nem serei o último.

 

Agora, comprovar é outra história. Eu já passei por isso outras vezes. Para acusar, a criatividade é infinita.

 

Na hora de comprovar, não conseguiram e não conseguirão. Sei que até lá o dano à minha honra já foi causado. Mas eu tenho a consciência tranquila.

 

O povo do Piauí me conhece. Sabe que isso não passa de um roteiro absurdo de ficção contra mim. Com o tempo e com os fatos, nós vamos desmascarar mais essas mentiras de quem tenta me parar.

 

Um grande abraço e vamos com tudo!

 

 

 ( da redação com redes sociais. Edição: Política Real)