DESTAQUES DO DIA: Mercados globais em queda e no Brasil Banco Central divulga o Relatório de Política Monetária e o IBGE publica o IPCA‑15 de março
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(Brasília-DF, 26/03/2026) A Política Real teve acesso ao relatório “Moorning Call” da XP Investimentos apontando que os mercados globais estão em queda e no Brasil atenção para Banco Central que divulga o Relatório de Política Monetária e o IBGE publica o IPCA‑15 de março.
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Mercados globais
Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,8%; Nasdaq 100: -0,9%), após a recuperação observada na sessão anterior. O mercado segue sensível às manchetes sobre o conflito entre EUA e Irã, com sinais mistos quanto a uma possível resolução. Apesar de autoridades iranianas indicarem que estão revisando uma proposta americana, o país reiterou que não pretende conduzir negociações diretas com os EUA, mantendo elevada a incerteza. O petróleo volta a avançar (WTI: 3,6%; Brent: +3,3%), refletindo incertezas em descompressão do conflito.
Na Europa, as bolsas operam em queda (Stoxx Europe 600: -1,3%), devolvendo parte dos ganhos recentes em meio à dificuldade do mercado em interpretar os sinais contraditórios sobre um eventual cessar-fogo. Setores mais sensíveis ao ciclo econômico lideram as perdas, com mineração (-3,4%) e tecnologia (-1,8%) sob pressão. O pano de fundo segue sendo a incerteza sobre a duração do conflito e seus impactos sobre crescimento, inflação e custos corporativos.
Na China, os mercados fecharam em queda (HSI: -1,9%; CSI 300: -1,3%), acompanhando o aumento da cautela global. A pressão foi mais intensa na Coreia do Sul, com o Kospi recuando mais de 3%, refletindo maior sensibilidade ao ciclo global e aos preços de energia. Japão também operou em leve baixa (Nikkei: -0,3%).
IBOVESPA +1,60% | 185.424 Pontos. CÂMBIO -0,62% | 5,22/USD
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira em alta de 1,60%, aos 185.424 pontos, acumulando o terceiro dia consecutivo de ganhos e atingindo o maior nível de fechamento desde 2 de março. O movimento refletiu a continuidade do ambiente mais favorável para ativos de risco em meio ao aumento das expectativas de mercado com um possível cessar-fogo no conflito no Oriente Médio.
MRV (MRVE3, +7,5%) liderou os ganhos do índice, repercutindo a notícia de aumento dos limites para uso do FGTS no financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida. Por outro lado, Azzas 2154 (AZZA3, -2,0%) figurou entre as principais quedas, refletindo preocupações do mercado com o desempenho de curto prazo da companhia.
Nesta quinta-feira, o destaque fica para a divulgação do IPCA-15 no Brasil. Na agenda corporativa, atenção aos resultados de JHSF.
Renda Fixa
Os juros futuros recuaram nesta quarta‑feira, devolvendo parte da alta observada na véspera, em um ambiente de menor volatilidade nos mercados globais. No exterior, a queda do petróleo, diante da perspectiva de negociações entre Estados Unidos e Irã, favoreceu o apetite por risco. Nos EUA, os rendimentos fecharam em baixa, com a T‑Note de 2 anos em 3,88% (‑4 bps), a de 10 anos em 4,32% (‑7 bps) e o T‑Bond de 30 anos em 4,89% (‑6 bps). No Brasil, a curva acompanhou o alívio externo, com o DI jan/27 em 14,11% (‑6 bps), o jan/29 em 13,82% (‑1 bp) e o jan/31 em 13,96% (+3 bps).
Mercados globais
Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,8%; Nasdaq 100: -0,9%), após a recuperação observada na sessão anterior. O mercado segue sensível às manchetes sobre o conflito entre EUA e Irã, com sinais mistos quanto a uma possível resolução. Apesar de autoridades iranianas indicarem que estão revisando uma proposta americana, o país reiterou que não pretende conduzir negociações diretas com os EUA, mantendo elevada a incerteza. O petróleo volta a avançar (WTI: 3,6%; Brent: +3,3%), refletindo incertezas em descompressão do conflito.
Na Europa, as bolsas operam em queda (Stoxx Europe 600: -1,3%), devolvendo parte dos ganhos recentes em meio à dificuldade do mercado em interpretar os sinais contraditórios sobre um eventual cessar-fogo. Setores mais sensíveis ao ciclo econômico lideram as perdas, com mineração (-3,4%) e tecnologia (-1,8%) sob pressão. O pano de fundo segue sendo a incerteza sobre a duração do conflito e seus impactos sobre crescimento, inflação e custos corporativos.
Na China, os mercados fecharam em queda (HSI: -1,9%; CSI 300: -1,3%), acompanhando o aumento da cautela global. A pressão foi mais intensa na Coreia do Sul, com o Kospi recuando mais de 3%, refletindo maior sensibilidade ao ciclo global e aos preços de energia. Japão também operou em leve baixa (Nikkei: -0,3%).
IFIX
O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão desta quarta‑feira em alta de 0,10%. Entre os fundos que compõem o índice, os segmentos mais sensíveis se destacaram, registrando as maiores altas do pregão. Nesse contexto, os Fundos de Fundos e os Fundos Multiestratégia avançaram 0,45%, enquanto os Fundos Híbridos subiram 0,49%.
Os Fundos de Tijolo também registraram alta (+0,08%), influenciados principalmente pelo desempenho dos Fundos de Shoppings (+0,13%), ainda que o movimento tenha sido parcialmente compensado pela queda dos Fundos de Lajes Corporativas (-0,33%). A performance negativa do segmento de escritórios foi influenciada, entre outros fatores, pelo PVBI11, que recuou 2,7% após a gestão comunicar a expectativa de ajustar a distribuição de R$ 0,45/cota para R$ 0,40/cota a partir do próximo mês, refletindo desafios relacionados aos níveis de vacância.
Os Fundos de Recebíveis fecharam em leve queda de 0,08%. Entre os destaques positivos, chamaram atenção BCIA11 (+3,2%), VIUR11 (+1,8%) e VILG11 (+1,8%). No campo negativo, as maiores baixas foram registradas por PVBI11 (-2,7%), KORE11 (-1,6%) e GZIT11 (-1,5%).
Economia
O petróleo segue pressionado próximo de US$ 100 por barril. O Irã analisa uma proposta de paz apresentada pelos Estados Unidos, enquanto a Casa Branca alerta que novos ataques ocorrerão sem acordo.
No Brasil, segundo a CNN, o governo prepara uma proposta para conter juros considerados abusivos no crédito consignado do setor privado.
Hoje, o Banco Central divulga o Relatório de Política Monetária e o IBGE publica o IPCA‑15 de março, enquanto nos Estados Unidos a agenda inclui pedidos semanais de seguro‑desemprego e discursos de dirigentes do Fed (banco central).
( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)