31 de julho de 2025
NOVA GUERRA

Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Holanda e Japão anunciam, em declaração, que estã prontos para "garantir passagem segura" em Ormuz

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Por Politica Real com agências
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Europeus anunciam que podem ajudar no Estreito de Ormuz Foto: Globe Eye News

Com agências

(Brasília-DF, 19/03/2026)   Nesta quinta-feira, 19, os governos do Reino Unido, da França, da Alemanha, da Itália, dos Países Baixos e do Japão divulgaram uma declaração conjunta sobre a situação no Estreito de Ormuz.

Os seis países afirmaram estar dispostos a ajudar a garantir o fluxo do tráfego marítimo pelo estreito, que foi bloqueado pelo Irã em uma tentativa de impor altos custos aos EUA e ao mercado global.

"Condenamos veementemente os recentes ataques do Irã a embarcações comerciais desarmadas no Golfo, os ataques a infraestruturas civis, incluindo instalações de petróleo e gás, e o fechamento de fato do Estreito de Ormuz pelas forças iranianas", inicia a declaração.

Embora expresse "profunda preocupação com a escalada do conflito", a declaração não mencionou os Estados Unidos ou Israel nominalmente.

"Manifestamos nossa disposição de contribuir com esforços adequados para garantir a passagem segura pelo estreito", escreveram os países. "Acolhemos com satisfação o compromisso das nações que estão envolvidas no planejamento preparatório."

"A segurança marítima e a liberdade de navegação beneficiam todos os países. Apelamos a todos os Estados para que respeitem o direito internacional e defendam os princípios fundamentais da prosperidade e da segurança internacionais", completaram.

Não ficou imediatamente claro de que forma os países garantirão a navegação no Golfo. O presidente dos EUA, Donald Trump, tem apelado aos aliados para que prestem apoio militar em Ormuz, algo que havia sido negado por diversos países. O chanceler federal alemão, Friedrich Merz, negou repetidamente se juntar a um esforço militar no Golfo. Com a rejeição, o americano chegou a indicar que não mais precisaria do apoio da Otan para a tarefa.

(da redação com informações de assessoria. DW.  Edição: Política Real)