31 de julho de 2025
NOVA GUERRA

Donald Trump diz, em momento que Irã anuncia que não vai recuar, que situação com o Irã 'está evoluindo muito rapidamente'

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Por Politica Real com agências
Publicado em
Trump fala sobre Irã Foto: Arquivo da Política Real

(Brasília-DF, 12/03/2025) O presidente dos EUA, Donald Trump, mostrou-se otimista ao discutir a guerra com o Irã nesta quinta-feira, 12.

"A situação com o Irã está evoluindo muito rapidamente. Está indo muito bem, nossas forças armadas são incomparáveis", disse Trump durante um evento do Mês da História da Mulher na Casa Branca, ao lado da primeira-dama Melania Trump.

"Eles são realmente uma nação de terror e ódio, e estão pagando um preço alto agora", disse o presidente.

O otimismo de Trump surge em um momento em que autoridades iranianas prometeram não se render na guerra iniciada pelos EUA e Israel.

“Presidente Trump sobre células adormecidas iranianas:  Sabemos onde a maioria está. Estamos de olho em TODAS elas... Elas chegaram durante o governo do sonolento Joe Biden, O PIOR presidente da história do nosso país.”, disse.

Os temores de segurança em relação à segurança dos navios no Estreito de Ormuz fizeram com que os preços do petróleo disparassem, desencadeando uma crise energética global e aumentando os preços dos combustíveis para os consumidores. O Irã também continua a realizar contra-ataques contra interesses dos EUA, de Israel e dos estados árabes do Golfo, enquanto a guerra continua, o que significa que algumas capacidades militares iranianas ainda permanecem intactas.

Na ONU

O embaixador iraniano na ONU, Amir Saeid Iravani, disse a jornalistas na sede da ONU em Nova York que "não vamos fechar o Estreito de Ormuz".

"Mas é nosso direito intrínseco preservar a paz e a segurança em suas vias navegáveis", afirmou Iravani.

Ele disse que "a situação atual na região, incluindo no Estreito de Ormuz, não é resultado do exercício legítimo do direito de autodefesa do Irã".

"Pelo contrário, é consequência direta das ações desestabilizadoras dos Estados Unidos ao lançar agressões contra o Irã e minar a segurança regional", concluiu Iravani.

( da redação com AP, AFP, DW. Edição: Política Real)