31 de julho de 2025
ECONOMIA

Vendas do comércio avançam 0,4% em janeiro, informa PMC do IBRE; mercado esperava queda tanto no volume de vendas como no comércio ampliado

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Por Politica Real com agências
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(Brasília-DF, 11/03/2026) Na manhã desta quarta-feira, 11, o IBGE divulgou a sua Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) de janeiro de 2026, que registrou volume de vendas do comércio varejista numa evolução de 0,4% frente a dezembro de 2025, na série com ajuste sazonal, e a média móvel trimestral foi de 0,3%. O mercado estimava uma queda.

Frente a janeiro de 2025, o volume de vendas do varejo cresceu 2,8%. O acumulado nos últimos 12 meses foi de 1,6%.

No comércio varejista ampliado, que inclui Veículos, motos, partes e peças, Material de construção e Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas cresceu 0,9%  em janeiro. A média móvel foi 0,2%. Frente ao mesmo período de 2025, houve variação positiva (1,1%).

O acumulado dos últimos 12 meses registrou variação nula (0,0%).

Na passagem de dezembro de 2025 para janeiro de 2026, na série com ajuste sazonal, o comércio varejista teve taxas positivas em quatro das oito atividades pesquisadas: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,6%), Tecidos, vestuário e calçados (1,8%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,3%) e Hiper, supermercados, produtos  alimentícios, bebidas e fumo (0,4%). Do lado negativo, ficaram três atividades: Equipamentos e material para escritório informática e comunicação (-9,3%), Livros, jornais, revistas e papelaria (-1,8%) e Combustíveis e lubrificantes (-1,3%). A atividade de  Móveis e eletrodomésticos teve variação nula (0,0%). Na mesma comparação, o comércio varejista ampliado apresentou dois resultados positivos: Veículos e motos, partes e peças (2,8%) e Material de construção (3,4%).

Comércio varejista teve taxas positivas em 20 das 27 unidades da federação

Frente ao mês anterior, o comércio varejista teve resultados positivos em 20 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Rondônia (5,5%), Pernambuco (5,5%) e Amazonas (4,8%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 6 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Bahia (-1,4%). O Mato Grosso do Sul (0,0%) mostrou estabilidade.

Na mesma comparação, no comércio varejista ampliado, a variação entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026 teve resultados positivos em 20 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Tocantins (9,6%), Pernambuco (4,0%) e Mato Grosso (3,6%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 6 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Bahia (-1,9%), Amapá (-1,7%) e Goiás (-1,4%). O Rio Grande do Norte (0,0%) mostrou estabilidade.

Frente a janeiro de 2025, a variação das vendas no comércio varejista, o indicador interanual apresentou variação de 2,8%, com resultados positivos em 26 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Pernambuco (11,4%), Rondônia (11,2%) e Distrito Federal (6,9%). Por outro lado, 1 das 27 Unidades da Federação apresentaram resultado negativo: Piauí (-0,6%). Já no comércio varejista ampliado, houve predominância de taxas positivas, com 21 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Mato Grosso (9,1%), Tocantins (9,0%) e Rondônia (8,1%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 6 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Piauí (-2,5%), São Paulo (-1,9%) e Rio Grande do Sul (-1,9%).

( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)