31 de julho de 2025
MERCADOS

DESTAQUES DO DIA: Mercados globais em alta e no Brasil sem índices relevantes em destaque

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Por Politica Real com agências
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Mercados em alta Foto: Arquivo da Política Real

(Brasília-DF, 10/03/2026) A Política Real teve acesso ao relatório “Moorning Call” da XP Investimentos apontando que os mercados globais estão em alta e no Brasil não haverá divulgação de índices relevantes.

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Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,4%; Nasdaq 100: +0,5%), após reverterem perdas iniciais à medida que diminuem temores imediatos sobre a guerra entre EUA e Irã. Na segunda-feira, os mercados tiveram forte volatilidade, mas encerraram em alta, após recuperarem quedas intradiárias que chegaram a cerca de 1,5%. A melhora ocorreu depois que o presidente Donald Trump afirmou que o conflito pode estar “muito próximo de terminar”. O petróleo recuou fortemente após os comentários, com o Brent chegando perto de US$ 92, após ter superado US$ 110 no início da semana.

Na Europa, as bolsas sobem com força (Stoxx 600: +2,3%), acompanhando a queda do petróleo e a melhora do sentimento global. O recuo nos preços da energia também pressiona o setor de petróleo e gás, que é o único em queda no índice.

Na China, os mercados fecharam em alta (HSI: +2,2%; CSI 300: +1,3%), acompanhando a queda do petróleo e a melhora do apetite por risco. No restante da Ásia, o destaque foi a Coreia do Sul, onde o Kospi subiu mais de 5%, liderando a recuperação após as fortes quedas recentes.

IBOVESPA +0,86% | 180.915 Pontos.  CÂMBIO -1,52% | 5,16/USD

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira em alta de 0,8%, aos 180.915 pontos. O dia começou com tom negativo, diante de novas máximas no preço do petróleo em meio à continuidade do conflito no Oriente Médio entre EUA e Irã. No entanto, houve uma rápida reversão após o presidente Donald Trump afirmar que o conflito estaria praticamente concluído e poderia se encerrar em breve — embora não ainda nesta semana. Com isso, os preços do petróleo recuaram de forma significativa, enquanto os ativos de risco globais se recuperaram, beneficiando as ações brasileiras.

A principal alta do dia foi de Azzas 2154 (AZZA3, +5,4%), em movimento de recuperação parcial após a queda de 6,2% registrada na semana passada, enquanto o mercado aguarda a divulgação dos resultados do 4T25 da companhia, prevista para esta quarta-feira (11). Na ponta negativa, MRV (MRVE3, -7,8%) recuou, repercutindo a divulgação dos resultados do 4T25 da companhia.

Nesta terça-feira, os principais destaques da temporada de resultados do 4T25 serão os balanços de Cury, Allos e Prio.

Renda Fixa

Os juros futuros recuaram nesta segunda‑feira após uma reviravolta no humor do mercado com falas do presidente dos EUA, Donald Trump, indicando que o conflito com o Irã estaria “praticamente concluído”, aliviando o prêmio de risco que vinha sendo pressionado pelo petróleo acima de US$ 100 e pelo temor de escalada no Oriente Médio. No Brasil, os DIs fecharam em 13,56% no jan/27 (‑10 bps), 13,13% no jan/29 (‑14 bps) e 13,46% no jan/31 (‑19 bps). Nos EUA, as Treasuries também cederam, com a T‑Note de 2 anos em 3,55% (‑1 bp), a T‑Note de 10 anos em 4,10% (‑4 bps) e o T‑Bond de 30 anos em 4,72% (‑4 bps).

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a segunda-feira em queda de 0,45%, ainda influenciado pelas tensões no Oriente Médio entre EUA e Irã. A retração foi liderada pelo desempenho negativo dos Fundos de Multiestratégia, que recuaram 0,55%, e dos Fundos de Papel, que registraram queda de 0,43%. Os Fundos de Tijolo também apresentaram desempenho negativo, com recuo de 0,47%. Dentro desse segmento, o destaque ficou para os Fundos de Ativos Logísticos, que caíram 0,57%, enquanto os Fundos de Lajes Corporativas (-0,43%) e os de Shoppings (-0,31%) também registraram quedas. Entre as maiores altas do pregão estiveram BPML11 (+4,1%), PCIP11 (+1,5%) e TOPP11 (+1,1%). No campo negativo, os principais destaques foram KNSC11 (-2,5%), VIUR11 (-2,1%) e BCRI11 (-1,9%).

Economia

A forte volatilidade marcou os mercados globais nesta segunda-feira. O petróleo Brent – referência para precificação – chegou a flertar com os US$ 120/barril, mas caiu até US$ 85 após declarações de Donald Trump de que a guerra estaria “próxima do fim”.

No Brasil, a taxa de câmbio, que abriu perto de 5,30 reais por dólar, se firmou na faixa de R$ 5,16. Além disso, o mercado ficou em dúvidas quanto a próxima decisão de política monetária pelo Banco Central, mas com o alívio do petróleo ao final do dia, um corte de 0,50% voltou a ganhar fôlego.

Sem agenda de indicadores relevantes para hoje.

( da redação com informações de agências. Edição: Política Real)