31 de julho de 2025
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COMENTÁRIO DO DIA: Se Meu Telefone Falasse!

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Por Política Real
Publicado em
Cena do filme "Se Meu Apartamento Falasse"de Billy Wilder Foto: Plano Crítico

(Brasília-DF, 06/03/2026)  A manhã começou com muitas nuvens no céu! Há promessa de chuvas fortes ao longo do dia. O dia começou 20ºC e deverá chegar a 26ºC.

Na Câmara, não haverá sessão em plenário, mas haverá trabalho em algumas poucas comissões.

No Senado, não haverá trabalho em comissões, mas haverá sessão não deliberativa no plenário.

O presidente Lula irá para o Rio de Janeiro e depois para São Paulo onde irá cumprir agenda de entregas.

O Supremo Tribunal e os tribunais superiores não realizarão sessões em plenário, mas fique atento aos capa-pretas!

O Mercado, nesses dias, de olhos bem abertos, motivos não faltam!

E o que mais?!

 

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COMENTÁRIO

A vida nos ensina que não é ajuizado depois de vitórias retumbantes imaginar que vai vencer sempre.

Esses telefones de Daniel Vorcaro, me fez lembrar a comédia de Billy Wilder, “Se Meu Apartamento Falasse”, “The Apartament”, em inglês. Nada pela narrativa ou gênero, mas pelo título. “Se Meu Telefone Falasse”.

Tudo indica que o que está vazando de suas conversas com a namorada Martha Graeff vai fazer muita gente dar explicações, tanto da direita como da esquerda, seja prefeito, governador, deputado, senador,  ministro e até presidente, mas duas instituições vão penar mais: o STF e o Banco Central, como autoridade monetária.

O STF que entrou para história mundial ao impedir insanidades na pandemia e uma tentativa de golpe de Estado se fragiliza a ter que ouvir desaforos, e com razão, tanto de golpistas como de democratas.

O Banco Central que ganhou autonomia técnica e criou o PIX, que gera ciúme e pavor da maior economia do Mundo, os Estados Unidos, parecia ter chegado ao Olimpo dos Bancos Centrais

A Política e as suas mágicas vão fazer alguns vencerem e perderem com os telefones de Vorcaro, mas STF e Banco Central vão ter que enfrentar derrotas, que serão duras para eles, mas pior para nossa sociedade.

Foi Genésio Araújo Jr, de Brasília.

( da redação)