31 de julho de 2025
MUNDO EM CRISE

Mídia dos Estados Unidos diz que as forças armadas do país já estariam prontas para ataque ao Irã neste sábado; Trump disse, hoje, que se Irã não aceitar acordo "Coisas ruins" acontecerão

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Por Politica Real com agências
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Donald Trump fala aos jornalistas no Air force ONE Foto: imagem de streaming

Com agências

(Brasília-DF, 19/02/2026) A mídia dos Estados Unidos está informando nesta quinta-feira,19, que forças armadas dos EUA estarão prontas para um possível ataque ao Irã a partir de sábado,21, segundo informaram altos funcionários de segurança nacional ao presidente Donald Trump.

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O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que de 10 a 15 dias seriam suficientes para decidir se atacaria o Irã.

Esse é "praticamente o prazo máximo" que ele daria ao Irã para fechar um acordo sobre seu programa nuclear, disse Trump.

"Ou chegaremos a um acordo, ou será lamentável para eles", disse ele a jornalistas a bordo do Air Force One nesta quinta-feira.

Mais cedo, em Washington, Trump havia dado ao Irã um prazo semelhante.

"Talvez cheguemos a um acordo [com o Irã]. Vocês provavelmente descobrirão nos próximos 10 dias", disse ele durante seu discurso na primeira reunião de seu controverso Conselho de Paz.

O Irã "não pode continuar ameaçando a estabilidade de toda a região e precisa fechar um acordo", disse Trump.

Ele reiterou que o Irã deve ser impedido de possuir armas nucleares. O Irã tem afirmado que seu programa nuclear tem fins puramente civis.

"Coisas ruins" acontecerão sem um acordo nuclear significativo, disse Trump.

Qualquer operação militar dos EUA seria provavelmente uma campanha massiva, com duração de semanas, conduzida em conjunto com Israel, disseram fontes à imprensa norte-americana, e o governo Trump estava “mais perto do que a maioria dos norte-americanos imagina” de uma grande guerra no Oriente Médio.

A chegada do porta-aviões USS Gerald Ford ao Mediterrâneo oriental nos próximos dias será um fator-chave para determinar o momento de possíveis ataques, de acordo com autoridades norte-americanas.

( da redação com AP, AFP, DW. Edição: Política Real)