31 de julho de 2025
ECONOMIA

Comércio recuou -0,4% em dezembro, mas cresceu 1,6% e. 2025, informa PMC do IBGE

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Por Política Real com assessoria
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PMC. no comparativo Foto: site do IBGE

(Brasília-DF, 13/02/2026). Na manhã desta sexta-feira, 13, o IBGE divulgou a sua Pesquisa Mensal do Comércio(PMC) apontando que em dezembro de 2025, o volume de vendas no comércio varejista nacional variou -0,4% frente a novembro, na série com ajuste sazonal. A média móvel trimestral teve variação positiva de 0,3%. 

Na série sem ajuste sazonal, frente a dezembro de 2024, o comércio varejista apresentou crescimento de 2,3%, acumulando expansão de 1,6% em 2025.

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças; material de construção; e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas caiu 1,2% em dezembro, na série com ajuste sazonal. A média móvel trimestral apresentou variação de +0,1%.

Na comparação com dezembro de 2024, o varejo ampliado cresceu 2,8%, enquanto em 2025 acumulou variação de 0,1%.

O crescimento de 1,6% em 2025 foi o nono ano consecutivo de ganhos. Na comparação com os anos anteriores, o resultado de 2025 é menor, em termos de amplitude, a 2024 (4,1%) e no mesmo patamar que o fechamento de 2023 (1,7%). O crescimento de 2025 levou também a série do índice de base fixa do volume com ajuste sazonal a novos níveis recordes atingindo o patamar máximo em novembro.

A passagem de novembro para dezembro de 2025 registrou variação de -0,4%, resultado na faixa de variação entre +0,5% e -0,5%, considerado estabilidade.

Seis das oito atividades ficaram no campo negativo, na série com ajuste sazonal

A variação de -0,4% no volume de vendas do comércio varejista, de novembro para dezembro de 2025, teve predominância de taxas negativas, atingindo seis das oito atividades pesquisadas:  Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-5,1%), Livros, jornais, revistas e papelaria (-2,0%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,8%), Móveis e eletrodomésticos (-0,7%), Tecidos, vestuário e calçados (-0,4%) e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,3%).

Apenas dois dos oito grupamentos pesquisados não registraram taxa negativa: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (6,0%) e Combustíveis e lubrificantes (0,3%). Já no varejo ampliado, Veículos e motos, partes e peças e Material de construção caíram: -2,4% e -2,8%, respectivamente.

Varejo avança 1,6% em 2025, nono ano consecutivo de resultados positivos

O comércio varejista acumulou crescimento de 1,6% em 2025, fechando o nono ano consecutivo com ganhos. O resultado de 2025 é menor, em termos de amplitude, do que 2024 (4,1%) e no mesmo patamar que o fechamento de 2023 (1,7%).

No varejo ampliado, o resultado foi de +0,1%, menor que o de 2024 (3,7%).  Setorialmente, sete das onze atividades acumularam ganhos em 2025: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (4,5%), Móveis e eletrodomésticos (4,5%), Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (4,1%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,2%), Tecidos, vestuário e calçados (1,3%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,8%) e Combustíveis e lubrificantes (0,6%).

Quatro atividades terminaram 2025 com perdas em relação a 2024: Veículos e motos, partes e peças (-2,9%), Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,3%), Livros, jornais, revistas e papelaria (-0,9%) e Material de construção (-0,2%).

Vendas diminuem em 22 unidades da federação em relação a novembro

Na passagem de novembro para dezembro de 2025, o volume de vendas no comércio varejista mostrou recuo em 22 das 27 unidades da federação, com destaque para Rondônia (-10,2%), Roraima (-6,4%) e Espírito Santo (-5,9%). Por outro lado, pressionando positivamente, figuram 5 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Rio de Janeiro (1,9%), Bahia (1,8%) e Distrito Federal (1,6%).

Para a mesma comparação, no comércio varejista ampliado, a variação entre novembro e dezembro teve resultados negativos em 23 das 27 unidades da federação, com destaque para Rondônia (-7,6%), Paraíba (-5,3%) e Roraima (-5,1%). Por outro lado, pressionando positivamente, figuram 4 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Rio de Janeiro (1,9%), Bahia (1,3%) e Distrito Federal (0,6%. 

Na comparação anual, vendas sobem em 23 das 27 unidades da federação

Frente a dezembro de 2024, a variação das vendas no comércio varejista foi de 2,3%, com resultados positivos em 23 das 27 unidades da federação, com destaque para Amapá (15,6%), Bahia (8,0%) e Santa Catarina (7,4%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 4 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Roraima (-2,4%), Amazonas (-1,5%) e Pará (-0,7%).

Já no comércio varejista ampliado, a variação entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025 teve predomínio de resultados no campo positivo: 21 das 27 unidades da federação, com destaque para Amapá (16,1%), Espírito Santo (8,1%) e Mato Grosso do Sul (8,0%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 6 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Piauí (-3,7%), Rio Grande do Sul (-1,0%) e São Paulo (-0,7%).

 

( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)