COMENTÁRIO DO DIA: Estão rindo da gente!
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(Brasília-DF, 26/01/2026) A manhã em Brasília começa com muitas nuvens e deverá chover a longo do dia. A temperatura começa com 18ºC e deverá chegar a 27ºC.
Falta uma semana para os retorno dos trabalhos normais na Câmara e no Senado, mas se sabe que o presidente da Câmara, Hugo Motta( Republicanos-PB) irá fazer reuniões virtuais com líderes partidários, reservadamente.
No Senado, se sabe o comando da Comissão de Relações Exteriores se prepara para tratar do acordo União Europeia/Mercosul.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, vai começar o “Ano Legislativo” sendo cobrado sobre uma CPI do Banco Master.
No Supremo, o ministro Alexandre de Moraes, é o responsável pela decisões liminares durante esses últimos 15 dias de recesso no Judiciário.
O Mercado vai reabrir de olho na pesquisa Focus após uma semana de recordes no Ibovespa. E o que mais?!
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COMENTÁRIO
Em janeiro, no hemisfério norte, por conta do frio não se inicia guerras, nem se celebra paz. No Sul, as pessoas procuram o sol.
Neste século 21, onde as pessoas se acham onipresentes, oniscientes e arrogantemente onipotentes algo mudou.
Neste janeiro histórico, logo de quebra o ditador do país com maiores reservadas de petróleo é capturado. Ninguém se apenou, mas foi estranho que alguém tenha virado polícia internacional. Era só o começo.
Rapidamente, voltamos no tempo com o imperialismo de território pós-Napoleão. Nós sabemos o que isso significou.
No Brasil, a quebra do Banco Master, que representa pouco mais de R$ 86 bilhões, uma titica frente aos R$ 3 trilhões de um Bradesco, virou um risco sistêmico para a República.
Vimos Tribunal de Contas, fiscal do legislativo, Supremo nitidamente trabalharem para que a morte do pequeno grande banco não espalhe fedentina nos salões nobres. Só um besta não vê que governistas, centristas e oposicionistas têm medo do assunto
Enquanto você luta para pagar as contas infindáveis de janeiro vimos um mundo estranho emergir e o velho Brasil mostrar que continua vivo e forte na busca de montar um jeitinho indecente.
Não sei se você ouviu, mas tem gente lá na Rússia e na China dando gargalhadas de nossas coisas aqui
Foi Genésio Araújo Jr, de Brasília.
( da redação )