Banco de Brasília, após divulgação de que Fazenda exigia aporte financeiro do GDF, diz que tem “suficiência patrimonial”
Brb diz que auditoria está sendo feita e só depois disso se terá uma clareza sobre possíveis problemas gerados pelo Banco Master
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(Brasília-DF, 18/01/2026) O BrB (Banco de Brasília) na noite desta segunda-feira, 19, divulgou nota.
Hoje, foi divulgado pelo jornal “O Estado de São Paulo”, no dia em que o ministro Fernando Haddad, da Fazenda, concedeu uma entrevista ao UOL Entrevista, que o chefe da Fazenda teria mandado "recado" ao comando do Brb que eles teriam que ter um aporte de R$ 4 bilhões da parte de seu controlador para compensar possíveis perdas face as operações com o Banco Master, hoje, sob intervenção do Banco Central.
Em seguida, jornais como "Valor Econômico" informaram que Haddad e o Ministério da Fazenda não tinham feito tal movimento.
Na nota divulgada nesta noite, nota de 7 parágrafos, é dito que o banco tem “suficiência patrimonial”.
Ele informaram que ainda está em curso uma auditoria feita pela empresa Machado Meyer, com suporte técnico da Kroll. O Banco diz que qualquer divulgação antes da conclusão da auditoria é meramente especulatória.
O banco informa que se for necessário aporte poderá ser feito pelo sócio majoritário e controlador e que se isso acontecer não serão retirados recursos de políticas públicas do GDF.
O banco diz que “permanece comprometido com a transparência, a governança e o cumprimento de todas as normas que regem o sistema financeiro”.
Veja a íntegra da nota:
“BRB garante suficiência patrimonial
O BRB reafirma sua suficiência patrimonial e segue sólido, estável e operando normalmente, sem qualquer risco de intervenção.
As apurações conduzidas pelo Banco Central e pela auditoria independente da Machado Meyer, com suporte técnico da Kroll, ainda estão em curso e devem ser concluídas nas próximas semanas. Qualquer número não oficial divulgado publicamente é meramente especulativo, não correspondendo à realidade e não possuindo base técnica.
O BRB destaca que o diálogo com o Banco Central e demais órgãos reguladores faz parte da rotina de todas as instituições financeiras legalmente reguladas.
Reforça, ainda, que, caso seja necessário, dispõe de plano para recomposição de capital e destaca que eventuais aportes do acionista controlador não retiram recursos previstos no orçamento para políticas públicas.
O BRB esclarece, também, que estuda mecanismos para iniciar o processo de venda dos ativos recuperados junto ao Banco Master, medida que contribuirá para o fortalecimento adicional da posição financeira do Conglomerado BRB.
O Banco permanece comprometido com a transparência, a governança e o cumprimento de todas as normas que regem o sistema financeiro.
Além disso, o BRB destaca sua relevância estratégica para o desenvolvimento econômico e social do Distrito Federal, atuando como agente de fomento, ampliando o acesso ao crédito, apoiando empresas locais e impulsionando projetos estruturantes que beneficiam a população do Distrito Federal e as regiões em que atua.”
( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)