Rússia fez ataque que matou 34 pessoas, civis, na Ucrânia neste Domingo de Ramos, Zelensky cobra EUA e o Mundo; hoje, Europa é necessário novas sanções e aperter o cerco contra a Rússia
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( Publicada originalmente às 10h 00 do dia 14/04/2025)
Com agências.
(Brasília-DF, 15/04/2025) Depois dos ataques da Rússia em área civil na Ucrânia, os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, reunidos no Luxemburgo esta segunda-feira, 14, disseram que é urgente apertar o cerco à Rússia através de novas sanções após o ataque devastador contra a cidade ucraniana de Sumy.
Dois mísseis balísticos russos atingiram Sumy no momento em que cristãos celebravam o Domingo de Ramos. Pelo menos 34 pessoas morreram e mais de 110 ficaram feridas.
"O ataque atingiu o centro da cidade no Domingo de Ramos. Só a escória imunda pode atuar desta forma", declarou o presidente Volodymyr Zelenskyy.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o rescaldo do ataque no centro da cidade.
Volodymyr Zelenskyy reagiu ao. "horrendo ataque com mísseis balísticos russos". Na rede X, Zelenskyy publicou uma mensagem com imagens sensíveis do pós-ataque onde se podem ver inúmeras vítimas.
"Os mísseis russos atingiram uma rua de uma cidade normal, uma vida normal - edifícios residenciais, instituições de ensino, carros na rua... E isto no dia em que as pessoas vão à igreja - Domingo de Ramos, a festa da entrada do Senhor em Jerusalém", disse.
O presidente da Ucrânia apela a uma reação firme por parte da comunidade internacional.
"O mundo deve reagir com firmeza. Os Estados Unidos, a Europa, toda a gente no mundo que quer que esta guerra e estas mortes acabem. A Rússia quer exatamente este tipo de terror e está arrastando esta guerra. Sem pressão sobre a Rússia, a paz é impossível.
As conversações nunca impediram os mísseis balísticos e as bombas aéreas. O que é necessário é uma atitude em relação à Rússia que um terrorista merece. Agradeço a todos os que estão ao lado da Ucrânia e nos ajudam a defender a vida", escreveu na rede social X.
( da redação com Euro News, AP. Edição: Política Real)