Lula, em rádios de Minas, sobre o aumento dos alimentos, disse que “não tem um único fator para o preço das coisas”; ele disse que tem certeza que o preço dos alimentos vai baixar.
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( Publicada originalmente às 11h 20 do dia 05/02/2025)
(Brasília-DF, 06/02/2025) Na manhã desta quarta-feira, 05, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu entrevista a rádios de Belo Horizonte (MG). Ele falou às rádios da Granja do Torto, a residência de campo do Planalto. Ele falou sobre o aumento de preço dos alimentos e disse que a formação dos preços não é fácil de formar.
“Nós temos consciência de que vamos baixar a inflação, baixar o custo de vida e a cesta básica vai ficar mais acessível ao povo brasileiro, porque é disso que o povo precisa: alimento barato, de qualidade, na mesa. O governo inteiro está trabalhando com isso e vamos encontrar uma solução para fazer com que esse alimento chegue na mesa compatível com o poder aquisitivo do trabalhador”, afirmou.
Lula lembrou o bom momento econômico do país, com crescimento acima de 3% nos dois primeiros anos de gestão, o desemprego na menor taxa da série histórica e a política de valorização do salário mínimo retomada.
“A economia brasileira está bem. O Brasil está crescendo. O emprego está crescendo. A massa salarial está crescendo. As coisas estão acontecendo, inclusive no estado de Minas Gerais”, disse o presidente.
Na questão do preço dos alimentos, Lula citou o exemplo a carne, que teve redução expressiva, de até 30%, em 2023, e sofreu reajustes nos últimos meses, para indicar que tem conversado com representantes das várias engrenagens que compõem o setor produtivo em busca de alternativas. Indústria, atacadistas, agricultura familiar e agro têm sido consultados. “Não tem um único fator para o preço das coisas”.
No fim de janeiro, o presidente também se reuniu com ministros para debater o tema. No encontro, foram avaliadas medidas como a redução da alíquota de importação de alimentos que estiverem com preços mais elevados no mercado interno em relação ao internacional, assim como políticas que incentivem aumento da produção nacional.
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O presidente defendeu que, após dois anos de reconstrução, com a retomada de investimentos, aprovação de reformas estruturantes, implementação de políticas voltadas para o desenvolvimento econômico e social, o Brasil entra em uma nova fase. “O ano de 2025 será de entrega do nosso governo. Passamos dois anos arrumando e preparando o país, porque pegamos uma casa semi-destruída. Nós plantamos, capinamos a terra, passamos o arado, jogamos a semente. Agora é o ano da colheita”, enfatizou.
Lula ressaltou que os avanços serão percebidos em diversas áreas, como emprego, educação e infraestrutura, e garantiu que intensificará sua agenda pelo Brasil para acompanhar projetos em andamento. “A partir da semana que vem, não pararei mais de viajar este país para entregar obras, dar andamento ao início de novas obras e fazer a colheita que eu estou prometendo agora”, disse.
( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)